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Prisão preventiva para ex-polícia francês suspeito de matar a atual e a ex-companheira

Homem ficou ainda proibido de contactar com os filhos.

26 de março de 2026 às 22:01

Ficou em prisão preventiva, esta quinta-feira, Cédric Prizzon, o ex-polícia francês acusado de matar a atual e a ex-companheira, que estavam desaparecidas em França. O homem ficou ainda proibido de contactar com os filhos. 

Durante quatro dias, Cédric Prizzon percorreu mais de mil quilómetros até entrar em Portugal, perto de Bragança. Acabou por matar as duas mulheres - por asfixia - e enterrar os corpos na serra da Nogueira. O filho mais velho ficou a vigiar o local depois de o homem se ter assustado com a passagem de um helicóptero de combate a incêndios que pensou ser um 'héli' francês que o vinha capturar. E teria conseguido escapar se não fosse uma patrulha da GNR de Meda que fazia uma fiscalização rodoviária na EN102, na zona de Longroiva. Mandaram parar o furgão e perceberam que os documentos apresentados pelo ex-polícia eram falsificados, desde a carta às matrículas. Foi levado para o posto e foi aí que se percebeu quem era aquele homem e as duas crianças.

Na carrinha em que viajou até Portugal, Cédric tinha dezenas de matriculas falsas, uma arma de fogo, vários tablets e telemóveis, bem como 17 mil euros em dinheiro. 

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