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Prisão preventiva para neto que agredia e extorquia a avó nas Caldas da Rainha

Jovem já havia sido sujeito a proibição de contactos e de aproximação à vítima, num raio de 500 metros, com recurso a vigilância eletrónica, medidas de coação que não cumpriu.

21 de abril de 2026 às 19:02
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Prisão preventiva para neto que agredia e extorquia a avó nas Caldas da Rainha

Um homem de 20 anos foi detido, nas Caldas da Rainha, por ameaças, agressões e extorsão à própria avó de 64 anos, e vai aguardar julgamento em prisão preventiva informou esta terça-feira a PSP.

O homem, detido em cumprimento de um mandado do Tribunal de Instrução Criminar de Leiria, é suspeito de "agressões físicas e verbais, ameaças, injúrias e exigência de quantias monetárias, num contexto de persistente violência" contra a sua avó, de 64 anos, com quem vivia, explica a PSP em comunicado.

Segundo a PSP, o suspeito revelou ao longo do tempo um "comportamento cada vez mais desajustado e perturbador, protagonizando episódios de agressividade, desordem pública e intimidação, tanto no contexto familiar como na via pública".

O homem, já havia sido sujeito a proibição de contactos e de aproximação à vítima, num raio de 500 metros, com recurso a vigilância eletrónica, medidas de coação que, por diversas vezes, não cumpriu.

Esse incumprimento materializou-se, "entre outros episódios, na tentativa de intrusão na residência da vítima, através do arrombamento da porta de entrada do prédio e agressões físicas à porta da habitação, acompanhadas de comportamentos ameaçadores e injuriosos" para com a avó, sinalizada com o estatuto de vítima especialmente vulnerável, face ao padrão de violência exercido, refere a PSP.

Paralelamente, o mesmo suspeito protagonizou diversos episódios de perturbação da ordem pública na cidade de Caldas da Rainha, "evidenciando sinais de descompensação psicológica, com comportamentos intimidatórios dirigidos a terceiros, em especial a cidadãos mais vulneráveis, gerando um clima de insegurança e múltiplas reclamações junto das autoridades", pode ler-se no texto.

Após ter vivido de forma errante durante várias semanas, "sendo associado a diversas ocorrências criminais", o homem foi presente a primeiro interrogatório judicial, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação mais gravosa, a prisão preventiva.

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