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Artigo exclusivo

Rede de sexo de luxo cobra 150 euros à hora

Cabecilha angariava prostitutas a quem cobrava comissões pelas sessões de sexo. Arrecadou dois milhões de euros. Mulheres eram castigadas se faltassem por doença ou se estivessem menstruadas.

22 de março de 2026 às 01:30

As prostitutas eram vigiadas por câmaras de videovigilância e centenas de clientes foram filmados sem saberem num esquema de sexo que rendeu à cabecilha cerca de dois milhões de euros. Aconteceu entre os anos de 2020 e 2025. Cátia Ramos, o cérebro da rede, conseguiu abrir três espaços em zonas residenciais e luxuosas de Lisboa, como o Saldanha e o Campo Pequeno, onde instalou um verdadeiro negócio de sexo. Dezenas de prostitutas trabalhavam para esta mulher e pagavam elevadas comissões pelos serviços sexuais prestados - divididos entre horários de meia hora, que rendiam 80 euros, e uma hora, que custava ao cliente 150 euros.

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