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Segurança ajuda a atacar blindado

Horas de chegada e o trajecto das carrinhas de valores até à garagem do Centro Comercial da Portela, em Loures, todos os dias entre as 07h00 e as 09h00, foram informações preciosas que Helder Ribeiro, vigilante do shopping, passou aos três cúmplices. Avançaram a 13 de Outubro do ano passado, à mão armada, mas a PJ já os esperava. Foram os quatro presos em flagrante e agora acusados pela Unidade Especial de Combate ao Crime Violento do DIAP de Lisboa.

21 de março de 2011 às 00:30

O blindado ia abastecer uma caixa ATM com 50 mil euros, que um dos seguranças levava num saco mal saiu da carrinha. Foi ameaçado com um revólver por Ricardo Barata, de 27 anos, e Jorge Ferreira, 32, largando o dinheiro. À espera dos dois, no carro, ficou Carlos Graça, 38 anos; e Helder, vigilante, passou pelos amigos no seu local de trabalho e fingiu não os conhecer. Tinha sido ele, através de um telemóvel que tinha só para o efeito, a dar informações sobre a melhor forma de atacarem. Quando se preparavam para fugir, já depois das 07h15, foram surpreendidos por inspectores da Unidade de Nacional de Contra-terrorismo da PJ, que os esperavam no local: um deles estava em escuta telefónica.

Estão agora acusados pelos crimes de roubo qualificado e detenção de arma proibida. Ricardo, Jorge e Carlos aguardam julgamento em prisão preventiva; o vigilante está em domiciliária.

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