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Correio da Manhã

Portugal
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Serviços secretos evacuam hotel português em Caracas

Atentado contra Maduro pode ter estado na origem da ação policial. Hotel foi inaugurado por Sócrates em 2008.
6 de Agosto de 2018 às 17:35
Viaturas dos serviços secretos junto ao hotel Pestana em Caracas
 Viaturas dos serviços secretos junto ao hotel Pestana em Caracas
Hotel Pestana em Caracas
Hotel Pestana em Caracas
Hotel Pestana em Caracas
Hotel Pestana em Caracas
Hotel Pestana em Caracas
Hotel Pestana em Caracas
Hotel Pestana em Caracas
Viaturas dos serviços secretos junto ao hotel Pestana em Caracas
 Viaturas dos serviços secretos junto ao hotel Pestana em Caracas
Hotel Pestana em Caracas
Hotel Pestana em Caracas
Hotel Pestana em Caracas
Hotel Pestana em Caracas
Hotel Pestana em Caracas
Hotel Pestana em Caracas
Hotel Pestana em Caracas
Viaturas dos serviços secretos junto ao hotel Pestana em Caracas
 Viaturas dos serviços secretos junto ao hotel Pestana em Caracas
Hotel Pestana em Caracas
Hotel Pestana em Caracas
Hotel Pestana em Caracas
Hotel Pestana em Caracas
Hotel Pestana em Caracas
Hotel Pestana em Caracas
Hotel Pestana em Caracas
Funcionários do Serviço Bolivariano de Inteligência (SEBIN, serviços secretos) evacuaram esta segunda-feira o Hotel Pestana Caracas, propriedade de empresários portugueses, mantendo impedido o acesso ao local.

Fontes não oficiais dão conta de que a ação da polícia secreta teria a ver com o atentado de sábado contra o Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

Uma fonte contactada pela agência Lusa explicou que no local estão quatro carrinhas do SEBIN e que o acesso ao hotel está restringido.

Propriedade do Grupo Pestana de Portugal, o Hotel Pestana Caracas foi inaugurado em 2008, durante a visita à Venezuela do então primeiro-ministro português, José Sócrates.

No sábado, duas explosões que as autoridades dizem ter sido provocadas por dois drones (aviões não tripulados) obrigaram o Presidente da Venezuela a abandonar rapidamente uma cerimónia de celebração do 81.º aniversário da Guarda Nacional Bolivariana (polícia militar).

O ato, que decorria na Avenida Bolívar de Caracas (centro), estava a ser transmitido em simultâneo pelas rádios e televisões venezuelanas e no momento em que Nicolás Maduro anuncia que tinha chegado a hora da recuperação económica ouviu-se uma das explosões.

Sete militares ficaram feridos e, segundo as autoridades, foram detidas seis pessoas por suspeita de envolvimento no atentado.
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