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Artigo exclusivo

Apenas quatro fiscais vigiam segurança nos comboios do País. São 3244 quilómetros de ferrovia

Equipa do Instituto da Mobilidade e dos Transportes sem meios humanos para cumprir missão de supervisão atribuída pelo Estado.

05 de agosto de 2020 às 01:30

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Dois mortos e 43 feridos em acidente com comboio alfa em Soure
Dois mortos e 43 feridos em acidente com comboio alfa em Soure
Acidente com alfa pendular em Soure
Acidente com alfa pendular em Soure Ricardo Almeida / Correio da Manhã
Acidente com alfa pendular em Soure
Acidente com alfa pendular em Soure Ricardo Almeida / Correio da Manhã
Acidente com alfa pendular em Soure
Acidente com alfa pendular em Soure Ricardo Almeida / Correio da Manhã
Acidente com alfa pendular em Soure
Acidente com alfa pendular em Soure Ricardo Almeida / Correio da Manhã
Sérgio Monteiro
Sérgio Monteiro João Relvas/Lusa
Pedro Marques
Pedro Marques Lusa
Mário Centeno
Mário Centeno Lusa
Acidente em Soure
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A rede ferroviária portuguesa tem 3244 quilómetros de extensão e 4441 composições, mas o Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) – que tem delegadas as funções de Autoridade Nacional de Segurança Ferroviária (ANSF) – tem apenas quatro técnicos afetos à fiscalização do setor. Um número claramente insuficiente: 811 km e 1100 comboios a cada fiscal. É que para lá da supervisão de todas as linhas e empresas, estes quatro técnicos têm ainda responsabilidades sobre metropolitanos, minicomboios, elétricos, funiculares, teleféricos e telesquis.

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