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Correio da Manhã

Portugal
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Tiro no peito de Comando leva PJ Militar a deter camarada de armas

Deison Camara, tramado por perícias, ficou em prisão preventiva.
Henrique Machado 1 de Dezembro de 2018 às 01:30
Deison Camara é suspeito de matar camarada de armas
Deison Camara
Deison Camara é suspeito de matar camarada de armas
Luís Teles foi assassinado por camarada de armas dos Comandos
Luís Teles foi assassinado por camarada de armas dos Comandos
Detido, ontem, no carro da PJ Militar
Deison Camara é suspeito de matar camarada de armas
Deison Camara
Deison Camara é suspeito de matar camarada de armas
Luís Teles foi assassinado por camarada de armas dos Comandos
Luís Teles foi assassinado por camarada de armas dos Comandos
Detido, ontem, no carro da PJ Militar
Deison Camara é suspeito de matar camarada de armas
Deison Camara
Deison Camara é suspeito de matar camarada de armas
Luís Teles foi assassinado por camarada de armas dos Comandos
Luís Teles foi assassinado por camarada de armas dos Comandos
Detido, ontem, no carro da PJ Militar
Deison Camara, comando de 21 anos que estava de guarda ao paiol do quartel da Carregueira, a 21 de setembro, manteve ontem perante a juíza do tribunal de Sintra a versão de sempre: só ouviu um disparo e encontrou Luís Teles, outro militar de elite, dois anos mais velho, caído no chão.

Tudo apontava para suicídio – mas a vítima foi atingida no peito, o que inviabilizou desde logo essa tese, pela quase impossibilidade de alguém se atingir a si próprio, com uma G3, no peito.

Restava a hipótese de homicídio – as mãos de Luís Teles não tinham vestígios de disparo (resíduos de pólvora) – e a metralhadora encontrada perto do corpo da vítima estava, afinal, distribuída pelos Comandos a Deison Camara.

Estes e outros indícios, periciais, levaram à detenção do comando por homicídio, por parte da PJ Militar, na quarta-feira, e à aplicação, ontem, da prisão preventiva – a juíza considera que há fortes indícios da prática do crime e que há perigo de fuga e de perturbação do inquérito.

Deison, agora no presídio de Tomar, não confessa, e está por esclarecer o motivo do crime.
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