Estrangulou recluso na cadeia após matar em hotel de luxo.
Gidson estava na cadeia há quatro meses depois de ter assassinado um cozinheiro no hotel Corinthia, em Lisboa. Na noite de 11 de março do ano passado voltou a matar. A vítima foi um colega recluso do Estabelecimento Prisional de Lisboa. Avisou: "Hoje vai acontecer uma tragédia aqui dentro", apontando para o interior da cela. Cumpriu a promessa, estrangulando Manuel Rodriguez Colorado, que estava preso preventivamente por suspeitas de tráfico de droga.
Segundo a acusação do Ministério Público, "o arguido agiu contra Manuel Rodriguez Colorado sem qualquer motivo, movido por mera exaltação e falta de autocontrolo, denotando ausência de responsabilização e total desprezo pela vida humana".
O início do julgamento está marcado para o próximo dia 24 e Gidson está acusado de homicídio qualificado. Na noite do crime, o homem tentou suicidar-se. Fabricou uma faca artesanal com uma escova de dentes e duas lâminas de barbear, que utilizou para cortar o pescoço. Não conseguiu matar-se e agora aguarda julgamento na cadeia de alta segurança de Monsanto. Gidson trabalhava no hotel de luxo Corinthia há pouco tempo quando matou o colega cozinheiro, de 51 anos. O crime ocorreu em frente a 15 funcionários do hotel de cinco estrelas. Um homicídio que foi motivado devido a insinuações e ‘bocas’ sobre sexo. Gidson pegou numa faca e matou o colega. Depois ainda tentou esconder-se numa despensa, mas foi capturado pelas autoridades.
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