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Vítima de quadruplo homicida português fala em "atentado terrorista"

Mãe do noivo do casamento em que Micael Montoya matou quatro pessoas, em Madrid, foi das nove feridas com maior gravidade.

15 de maio de 2025 às 17:20

Uma testemunha no julgamento de Micael Montoya, o português acusado pela justiça espanhola por 13 crimes de homicídio (4 deles consumados), após ter atropelado uma multidão junto a um casamento ocorrido em novembro de 2022 perto de Madrid, Espanha, disse esta quinta-feira em tribunal que os momentos que se seguiram aos atropelamentos "pareceram um atentado terrorista".

A mãe do noivo do casamento onde Micael Montoya esteve com a família foi uma dos nove feridos graves causados pelo português. Foi mesmo das que sofreu lesões mais graves. A testemunha disse ter vindo para o exterior do local onde se desenrolava a boda "após uma grande discussão, ao que parece causada por o português estar a meter-se e a filmar mulheres sem autorização".

Após ter sido embatida pelo carro em alta velocidade conduzido pelo arguido, a mulher garante recordar-se de pouco. Apenas de ter acordado "no meio de cadáveres e de pessoas feridas". "Parecia um atentado terrorista", recordou.

A testemunha concluiu afirmando que nunca mais conseguiu dormir bem e que perdeu grande parte da audição. A mulher negou que, ao contrário do que refere o arguido, a família do noivo tenha feito ameaças com armas ao mesmo. 

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