O caso de Cabrita é o do Sapo. Na fábula de Esopo, o anfíbio encheu-se de invídia e altivez, quis ser o Dono do Mundo, insuflando-se até estourar. Não fiquem admirados, portanto, de ver o Cabrita-Sapo a dizer que ele próprio é a vítima da situação do ucraniano espancado até à morte sob a sua responsabilidade política. Há muito que este ministro vem ganhando pança e perdendo tino. Só para falar dos casos mais recentes, recorde-se o grave sumiço de autoridade relativamente às polícias, o caso das golas inflamáveis e o violento despejo do prédio em Arroios. Tudo tortura à democracia e aos direitos humanos em plena luz do dia como se de um batráquio inimputável se tratasse.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Por Carlos Rodrigues
As ações que envolvem famosos são boa publicidade para o Fisco.
Transmissão do jogo Betis-Sporting de Braga teve 790 mil telespectadores.
Nos últimos dias muito se escreveu sobre Cristina Ferreira e a sua polémica “pergunta” (retórica!).
Enquanto esperamos mais uns cinco séculos para se decidir se se faz um Museu dos Descobrimentos, vão-se fazendo pequenas descobertas para acrescentar conhecimento e descobrir uma verdade que aterroriza tantos: o passado existiu.
Em qualquer dos cenários, o Presidente descobre-se, novamente, senhor em casa alheia. E aguarda, apreensivo e inerme, que lhe abram a porta.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos