Cria de girafa que morreu preocupa Jardim Zoológico

PAN questiona ministro da Agricultura sobre circunstâncias.

31 de maio de 2018 às 01:30
Girafa-de-angola no Jardim Zoológico de Lisboa Foto: EPA
Girafa morre no zoo de Lisboa depois de visitante tentar dar comida Foto: CMTV
Girafas no Zoo de Lisboa Foto: Duarte Roriz

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A morte de Bela, uma girafa-de-Angola, no Jardim Zoológico de Lisboa, na sequência de uma queda no fosso que separa os animais dos visitantes, está a preocupar o Zoo: a girafa deixou Welwitschia, uma cria com sete meses.

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"A cria, que já se alimenta sozinha, continuará integrada no restante grupo", explicou Carlos Agrela Pinheiro, administrador do zoo, frisando a preocupação da administração do Jardim Zoológico com o futuro do animal. Isto porque, segundo o Zoo, "uma cria de girafa é amamentada pelo menos até aos 8 meses de idade mas a sua dependência da progenitora é até aos dois anos ou mesmo até atingir a maturação sexual, entre os 4 e os 6 anos de idade".

A cria nasceu em novembro, com quase 1,90 metros de altura, e teve por madrinha a companhia aérea angolana TAAG – Linhas Aéreas de Angola. A empresa vai acompanhar o crescimento da pequena cria, contribuindo para a sua alimentação e cuidados diários.

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"Como marca madrinha, a TAAG escolheu o nome para a cria: Welwitschia, uma planta endémica do deserto de Namibe, existente entre a Namíbia e Angola, considerada um fóssil vivo, divulgou o Zoo.

Por sua vez, o Partido Pessoas-Animais-Natureza colocou ao ministro da Agricultura, Capoulas Santos, um conjunto de questões para serem apuradas as circunstâncias em que morreu a girafa-mãe. Bela morreu devido a um colapso cardiorrespiratório, na sequência de uma queda, no sábado, quando um visitante desrespeitou os avisos e tentou alimentá-la.

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