Alunos do 1.º ciclo de Matosinhos já podem ir todos para a escola de bicicleta
Desenvolvido pela autarquia em parceria com a Cooperativa Bicicultura, o "comboio de bicicletas", tal como um comboio regular, tem percursos semanais com horários e rotas definidas.
O "CicloExpresso -- Comboios de Bicicletas", projeto que permite que as crianças se desloquem de casa à escola de bicicleta, está disponível nas 30 escolas do 1.º ciclo de ensino básico de Matosinhos, anunciou esta sexta-feira a câmara.
Desenvolvido pela autarquia em parceria com a Cooperativa Bicicultura, o "comboio de bicicletas", tal como um comboio regular, tem percursos semanais com horários e rotas definidas.
Nestes percursos, as crianças, que têm de ter bicicleta própria para participar, são acompanhadas por adultos, nomeadamente 'maquinistas' que têm como função liderar o comboio, assinalou.
"O objetivo principal é incentivar o uso da bicicleta como meio de transporte escolar, promovendo hábitos saudáveis, autonomia infantil, responsabilidade, educação ambiental e atividade física regular", explicou a câmara.
Segundo a autarquia, além de promover estilos de vida ativos, o "CicloExpresso" contribui para a redução do tráfego automóvel junto às escolas, apoiando a mobilidade sustentável no concelho, do distrito do Porto.
"Cada trajeto transforma-se numa experiência comunitária, divertida e segura, reforçando os laços entre alunos, professores e famílias", ressalvou.
Segundo a câmara, liderada pela socialista Luísa Salgueiro, a ida para a escola de bicicleta é uma alternativa de deslocação divertida e segura.
Em Matosinhos, o "comboio de bicicletas" já funciona desde 2024, mas, até então, apenas em algumas escolas, passando agora a abranger todas.
A participação neste projeto é gratuita e aberta a todos os alunos do 1.º ciclo, mediante inscrição em www.cicloexpresso.pt/inscricoes/matosinhos.
As inscrições estão abertas ao longo de todo o ano letivo.
O "CicloExpresso -- Comboios de Bicicletas" já está implementado noutras cidades do país, nomeadamente em Braga, Palmela, Lisboa ou Oeiras e, no Arquipélago dos Açores, na ilha da Graciosa, segundo informação publicada na página deste projeto.
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