Bispo auxiliar de Lisboa de cravo ao peito recebe medalha de honra

D. Américo Aguiar convida à participação nas Jornadas Mundiais da Juventude de 2022.

26 de abril de 2019 às 08:43
D. Américo Aguiar com a presidente da autarquia Luísa Salgueiro (à esq.) e Palmira Macedo, da assembleia municipal Foto: Direitos Reservados
D. Américo Aguiar com a presidente da autarquia Luísa Salgueiro (à esq.) e Palmira Macedo, da assembleia municipal Foto: Nuno Fonseca/Movephoto
D. Américo Aguiar com a presidente da autarquia Luísa Salgueiro (à esq.) e Palmira Macedo, da assembleia municipal Foto: Nuno Fonseca/Movephoto

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Nada do que foi conquistado em abril pelos portugueses se pode ver como garantido. Como cidadãos, não devemos nem podemos baixar os braços e temos de continuar a promover os valores da democracia."

O alerta foi esta quinta-feira lançado pelo bispo auxiliar de Lisboa, D. Américo Aguiar, distinguido pelo município de Matosinhos com uma medalha de honra pelo "caminho traçado por este homem de fé, pelo rigor e obstinação que sempre imprimiu em todos os desafios que abraçou".

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De cravo ao peito, o homenageado lançou ainda um convite: "Quero que, em 2022, as Jornadas Mundiais da Juventude também se escrevam com o ‘M’ de Matosinhos."

Nascido em Leça do Balio, naquele concelho, em dezembro de 1973, D. Américo Aguiar lembrou que Matosinhos foi "uma escola importante" para a sua vida e recordou os ex-presidentes da câmara Mário Maia, Manuel Seabra e Guilherme Pinto, já falecidos, bem como os ex-autarcas Narciso Miranda e Eduardo Pinheiro, elogiando o trabalho em prol dos valores democráticos.

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"E nestes 45 anos de democracia, nada melhor do que ter duas mulheres a liderar o município", disse, referindo-se a Luísa Salgueiro, presidente da câmara, e Palmira Macedo, líder da assembleia municipal.

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