Câmara de Lisboa quer videovigilância no Parque das Nações, Almirante Reis e Avenida da Liberdade

Informação foi avançada pela vereadora Joana Baptista (independente, eleita pelo PSD), na reunião da Assembleia Municipal da Lisboa (AML).

07 de julho de 2026 às 21:31
Câmara de Lisboa Foto: Direitos Reservados
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A Câmara de Lisboa disse esta terça-feira que quer celebrar um segundo protocolo com a PSP para instalar 500 câmaras de videovigilância nas zonas do Parque das Nações, Almirante Reis e Avenida da Liberdade, num investimento de 12 milhões de euros.

A informação foi avançada pela vereadora Joana Baptista (independente, eleita pelo PSD), na reunião da Assembleia Municipal da Lisboa (AML), em resposta a questões dos grupos municipais do Chega e do CDS-PP.

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"Logo que tenhamos o segundo protocolo com a PSP, vamos contratar o projeto de execução", adiantou, sublinhando a necessidade de recolher parecer obrigatório e vinculativo do Ministério da Administração Interna e da Comissão Nacional de Proteção de Dados e vincando que isto não se faz "de um dia para o outro" e para que aconteça "em 2027, 2028 e 2029, significa nunca, mas nunca largar o osso".

A autarca fez um ponto de situação da instalação de videovigilância nas ruas da cidade, esclarecendo que estão neste momento em funcionamento 126 câmaras: 27 no Bairro Alto, 32 no Campo das Cebolas, 30 no Cais do Sodré, 17 nos Restauradores e 20 na Ribeira das Naus.

A fase seguinte, detalhou, é a instalação de 116 câmaras na baixa pombalina e em Santa Apolónia, num investimento de 3,5 milhões de euros a inscrever no orçamento municipal entre 2027 e 2028, que inclui intervenções na 1.ª Esquadra e no Comando Metropolitano de Lisboa da PSP (Cometlis).

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"De nada vale instalar câmaras de videovigilância no espaço público quando a PSP tem de ter condições, enquanto centro de comando operacional, para receber, com a necessária tecnologia, estas imagens", explicou.

Na sessão desta terça-feira da AML foi aprovado um ponto de uma recomendação do PS no sentido de pedir à Câmara que inclua a Cidade Universitária e o Polo Universitário da Ajuda como zonas prioritárias no processo de instalação de videovigilância em curso, com os votos contra de BE, PEV, PCP e CDS-PP, a abstenção do Livre e os votos favoráveis de PS, PSD, Chega, IL e PAN.

Ainda no âmbito da segurança, foi também aprovada uma outra recomendação do PS, por um Plano Estratégico de Combate às Falhas na Iluminação Pública.

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As recomendações da AML à Câmara Municipal não têm caráter vinculativo.

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