Concelho de Figueiró dos Vinhos ainda muito limitado nas comunicações

Comunicações são asseguradas apenas em 30 a 40% do território através da rede móvel.

14 de fevereiro de 2026 às 12:21
Recuperação de telhado em Figueiró dos Vinhos após depressão Kristin Foto: Estela Silva/Lusa
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O concelho de Figueiró dos Vinhos, no distrito de Leiria, continua com "limitações severas" ao nível das comunicações, que são asseguradas apenas em 30 a 40% do território através da rede móvel.

Neste município, bastante afetado pela depressão Kristin, existem ainda localidades sem energia elétrica, embora em 96% do território a eletricidade já tenha sido reposta.

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"Os casos ainda não resolvidos, referem-se a zonas/locais pontuais dispersos onde a gravidade dos danos na rede de baixa tensão é extrema, exigindo intervenções técnicas complexas e, por isso, mais demoradas", explicou a autarquia, nas redes sociais.

Num balanço sobre os enormes estragos provocada pela tempestade, ocorrida em 28 de janeiro, até ao final desta sexta-feira a autarquia tinha reportados danos em cerca de 1.230 edificações, entre habitações, empresas e edifícios públicos.

Já esta manhã, a Câmara de Figueiró dos Vinhos anunciou a abertura da piscina municipal na segunda-feira, nos horários habituais.

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No entanto, os balneários daquele equipamento vão continuar disponíveis para banhos quentes aos munícipes que, por de falta de energia elétrica na habitação, necessitem deste apoio.

Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A décima sexta vítima é um homem de 72 anos que caiu no dia 28 de janeiro quando ia reparar o telhado da casa de uma familiar, no concelho de Pombal, e que morreu a 10 de fevereiro, nos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC).

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A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

O Governo prolongou a situação de calamidade até domingo para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

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