Metade das pessoas em teletrabalho dizem que empresa os vigia ilegalmente
Conclusões são de um estudo da UGT.
Cerca de metade das pessoas em teletrabalho garante que a entidade empregadora adotou “procedimentos ou soluções tecnológicas de vigilância/controlo do tempo de trabalho” que são “inadmissíveis” perante a lei.
As conclusões são de um estudo da UGT coordenado pelo ex-secretário de Estado do PS, Paulo Pedroso. Entre os 1007 inquiridos presencialmente, 21% dizem que lhes foi pedido para terem a câmara “permanentemente ligada” e 29% garantem que as empresas usaram software de registo das páginas visitadas.
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