Nova exposição do Santuário de Fátima conta história com 103 anos na primeira pessoa

Narrativa está dividida em duas partes e é contada em onze núcleos.

29 de novembro de 2020 às 09:55
Nova exposição do Santuário de Fátima conta história com 103 anos na primeira pessoa Foto: Pedro Brutt Pacheco
Nova exposição do Santuário de Fátima conta história com 103 anos na primeira pessoa Foto: Pedro Brutt Pacheco
Nova exposição do Santuário de Fátima conta história com 103 anos na primeira pessoa Foto: Pedro Brutt Pacheco
Nova exposição do Santuário de Fátima conta história com 103 anos na primeira pessoa Foto: Pedro Brutt Pacheco
Nova exposição do Santuário de Fátima conta história com 103 anos na primeira pessoa Foto: Pedro Brutt Pacheco

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A nova exposição temporária do Santuário de Fátima tem cinco mil peças diferentes, que contam a história do ‘altar do mundo’ a partir dos nomes que a fizeram. Logo na entrada estão os retratos dos três pastorinhos , a seguir a um tear de onde sai o fio condutor que leva o visitante a conhecer os diferentes rostos para formar uma grande tapeçaria que surge no final, onde estão gravadas palavras do Papa Francisco.

A mostra é de acesso livre, está patente todos os dias no piso inferior da Basílica da Santíssima Trindade e “completa-se quando vêm os visitantes e se reveem naquilo que está aqui demonstrado, quando eles próprios percebem que os grandes protagonistas e o grande rosto de Fátima são os peregrinos”, disse ao CM Marco Daniel Duarte, comissário da exposição “Os rostos de Fátima: fisionomias de uma paisagem espiritual”.

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A multidão de peregrinos anónimos está representada, lado a lado com as personalidades que fazem parte da história que começou há 103 anos, com as aparições de Nossa Senhora de Fátima. Desde logo os Papas que visitaram o Santuário, os administradores e até os estudiosos que tentaram desacreditar o fenómeno, publicando as suas teorias críticas em livro.

A narrativa da exposição está dividida em duas partes. A primeira tem sete núcleos e percorre o primeiro século de Fátima, procurando responder à questão das fisionomias humanas relevantes na história da Cova da Iria. A segunda parte tem quatro núcleos e propõe um percurso mais orante e centrado na fé, desafiando o visitante a interpelar-se sobre a sua condição humana, numa espécie de jogos de espelhos que confronta a realidade concreta que vivemos com o desejo relacional com a transcendência.

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