Portugueses e espanhóis estão contra exploração de urânio em Salamanca

Duzentos protestaram contra projeto de exploração de produto radioativo. Ambientalistas dizem que o Douro está em perigo.

20 de janeiro de 2019 às 09:50
Portugueses e espanhóis juntaram-se e uniram os dois países contra exploração de urânio em Salamanca Foto: Nuno Nascimento
Portugueses e espanhóis juntaram-se e uniram os dois países contra exploração de urânio em Salamanca Foto: Nuno Nascimento
Portugueses e espanhóis juntaram-se e uniram os dois países contra exploração de urânio em Salamanca Foto: Nuno Nascimento
Portugueses e espanhóis juntaram-se e uniram os dois países contra exploração de urânio em Salamanca Foto: Nuno Nascimento
Portugueses e espanhóis juntaram-se e uniram os dois países contra exploração de urânio em Salamanca Foto: Nuno Nascimento
Portugueses e espanhóis juntaram-se e uniram os dois países contra exploração de urânio em Salamanca Foto: Nuno Nascimento
Portugueses e espanhóis juntaram-se e uniram os dois países contra exploração de urânio em Salamanca Foto: Nuno Nascimento
Portugueses e espanhóis juntaram-se e uniram os dois países contra exploração de urânio em Salamanca Foto: Nuno Nascimento
Portugueses e espanhóis juntaram-se e uniram os dois países contra exploração de urânio em Salamanca Foto: Nuno Nascimento
Portugueses e espanhóis juntaram-se e uniram os dois países contra exploração de urânio em Salamanca Foto: Nuno Nascimento
Portugueses e espanhóis juntaram-se e uniram os dois países contra exploração de urânio em Salamanca Foto: Nuno Nascimento
Portugueses e espanhóis juntaram-se e uniram os dois países contra exploração de urânio em Salamanca Foto: Nuno Nascimento

1/12

Partilhar

Cerca de duas centenas de portugueses e espanhóis formaram ontem à tarde um cordão humano que uniu os dois países, na barragem de Saucelle, zona de fronteira com Freixo de Espada à Cinta, e pediram um "não definitivo" aos projetos de exploração de urânio a céu aberto na região de Salamanca, um deles em Retortillo, a 70 quilómetros do território nacional.

No último ano, foi cancelado o projeto para La Alameda de Gárdon e foram dados "bons sinais de que pode não avançar", mas "não é certo que não avance", dizem.

Pub

Uma das consequências apontadas pelos ambientalistas é a contaminação do rio Douro, comum aos dois lados: "O rio Yeltes , que passa junto a um destes projetos, é um dos afluentes do rio Douro. Por isso, toda a contaminação radioativa chegaria lá com muita facilidade", explica Nuno Sequeira, da Quercus, que diz ser necessário que "os dois governos se entendam para parar estes projetos nefastos".

"Em 2019 não tem sentido a exploração de uma mina de urânio quando a energia nuclear está a esgotar-se e o futuro são as energias renováveis", diz José Ramón Barrueco, porta- -voz da plataforma Stop Uranio. Em causa está o projeto ‘Salamanca’, da empresa australiana Berkeley, que previa um investimento de 250 milhões de euros e a criação de perto de 2500 postos de trabalho.

Pub

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

Partilhar