Tempestade de fogo em Pedrógão
Cientistas concluíram que a “corrente de ar descendente, dirigida na direção dos incêndios”, influenciou a área que foi atingida.
O sistema meteorológico que se propagou junto de dois incêndios em 17 de junho de 2017, em Pedrógão Grande, “gerou episódios de vento forte”, segundo um artigo científico, esta terça-feira divulgado pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera.
Os cientistas concluíram que a “corrente de ar descendente, dirigida na direção dos incêndios”, influenciou a área que foi atingida, contribuindo para “a chamada tempestade de fogo que se lhe seguiu”. As chamas alastraram aos concelhos vizinhos, provocando 66 mortos e mais de 250 feridos (sete graves). Destruíram ainda meio milhar de casas, 261 das quais habitações permanentes.
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