Quatro museus e monumentos nacionais encerrados ao público

Mosteiro da Batalha, Museu Nacional de Conímbriga, Convento de Cristo e Museu José Malhoa estão fechados e sem previsão de reabertura.

30 de janeiro de 2026 às 14:07
Mosteiro da Batalha Foto: Lusa
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O Mosteiro da Batalha, o Museu Nacional de Conímbriga, o Convento de Cristo e o Museu José Malhoa encontram-se temporariamente encerrados ao público, devido ao mau tempo que afetou Portugal continental nos últimos dias, disse esta sexta-feira a MMP.

De acordo com a Museus e Monumentos de Portugal (MMP), estão fechados, sem previsão ainda de reabertura, o Mosteiro da Batalha e o Museu José Malhoa (este por causa das condições de segurança no Parque D. Carlos I), nas Caldas da Rainha, ambos pertencentes ao distrito de Leiria, um dos mais afetados do país, o Museu Nacional de Conímbriga, em Condeixa-a-Velha, no distrito de Coimbra, e o Convento de Cristo, em Tomar, localizado no distrito de Santarém.

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"Registaram-se danos patrimoniais, nomeadamente ao nível das fachadas e telhados, assim como a queda de árvores, encontrando-se já no terreno equipas técnicas para proceder ao levantamento exaustivo dos estragos causados e aferir as condições necessárias para a reabertura dos espaços em segurança", esclareceu a MMP, em resposta à Lusa.

Após essa avaliação, "serão desencadeadas as intervenções de manutenção e conservação necessárias, em articulação com a tutela e com as entidades competentes", acrescentou, adiantando que a reabertura dos espaços será comunicada logo que estejam reunidas as condições de segurança.

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A passagem da depressão Kristin por Portugal continental, na quarta-feira, deixou um rasto de destruição, causando pelo menos cinco mortos, vários feridos e desalojados. A Câmara da Marinha Grande contabiliza ainda uma outra vítima mortal no concelho.

Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações foram as principais consequências materiais do temporal.

Leiria, por onde a depressão entrou no território, Coimbra e Santarém são os distritos que registam mais estragos.

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O Governo decretou situação de calamidade entre as 0h00 de quarta-feira até às 23h59 de dia 1 de fevereiro para cerca de 60 municípios, número que pode aumentar.

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