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1184 mortos por coronavírus em Portugal, mais 9 que ontem. Desce número de infetados em 24 horas

Há mais 187 pessoas infetadas.

14 de maio de 2020 às 13:12

O número de mortos por coronavírus voltou a aumentar em Portugal esta quinta-feira, fixando-se agora nos 1184, mais nove que ontem e um aumento de 0,8%. O número de pessoas recuperadas aumentou para 3198, mais 16 do que na quarta-feira.

O número total de casos confirmados com covid-19 é 28319, mais 187 comparativamente a ontem, representando uma subida de 0,7%. Neste momento, há 2676 pacientes a aguardar resultado laboratorial, menos 20 que esta quarta-feira.

Há 680 pessoas internadas (menos 12 que ontem) nos hospitais. 108 doentes encontram-se nos cuidados intensivos (mais 5 que na quarta-feira). A recuperar em casa estão 23.257 pessoas.

A região Norte é a que regista o maior número de mortos (674), seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo (259), do Centro (221), do Algarve (14), dos Açores (15) e do Alentejo, que regista um caso, adianta o relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24:00 de quarta-feira, mantendo-se a Região Autónoma da Madeira sem registo de óbitos.

Segundo os dados da Direção-Geral da Saúde, 608 vítimas mortais são mulheres e 576 são homens.

Das mortes registadas, 792 tinham mais de 80 anos, 235 tinham entre os 70 e os 79 anos, 104 tinham entre os 60 e 69 anos, 39 entre e 50 e 59, 13 entre os 40 e os 49 e um dos doentes tinha entre 20 e 29 anos.

Os dados da DGS precisam que o concelho de Lisboa é o que regista o maior número de casos de infeção pelo novo coronavírus (1.835), seguido por Vila Nova de Gaia (1.463), Porto (1.311) Matosinhos (1.220), Braga (1.153), Gondomar (1.051), Maia (909), Sintra (790) Valongo (737), Guimarães (668), Ovar (636), Coimbra (564) e Loures (576).

Desde o dia 01 de janeiro, registaram-se 286.285 casos suspeitos, dos quais 2.676 aguardam resultado dos testes.

A região Norte continua a registar o maior número de infeções, totalizando 16.166, seguida pela região de Lisboa e Vale do Tejo, com 7.767, da região Centro, com 3.569, do Algarve (354) e do Alentejo (238).

Os Açores registam 135 casos de covid-19 e a Madeira contabiliza 90 casos confirmados, de acordo com o boletim divulgado esta quinta-feira.

A DGS regista também 26.082 contactos em vigilância pelas autoridades de saúde. Do total de infetados, 16.6224 são mulheres e 11.697 homens.

A faixa etária mais afetada pela doença é a dos 50 aos 59 anos (4.792), seguida da faixa dos 40 aos 49 anos (4.758) e das pessoas com mais de 80 anos (4.284 casos).

Há ainda 4.101 doentes com idades entre 30 e 39 anos, 3.450 entre os 20 e os 29 anos, 3.175 entre os 60 e 69 anos e 2.388 com idades entre 70 e 79 anos.

A DGS regista também 491 casos de crianças até aos nove anos e 880 de jovens com idades entre os 10 e os 19 anos.

Segundo o relatório diário da situação epidemiológica em Portugal, 177 casos resultam da importação do vírus de Espanha, 137 de França e 88 do Reino Unido. Há ainda centenas de casos importados de dezenas de outros países.

De acordo com a DGS, 42% dos doentes positivos ao novo coronavírus apresentam como sintomas tosse, 30% febre, 21% dores musculares, 20% cefaleia, 15% fraqueza generalizada e 12% dificuldade respiratória. Esta informação refere-se a 89% dos casos confirmados.

No briefing habitual da DGS, em direto do Ministério da Saúde, o secretário de Estado da Saúde, António Lacerda, anunciou a chegada de 4.8 milhões de máscaras, 200 mil zaragatoas e 20 mil fatos de protecção integral, na passada terça-feira.

Já Graça Freitas congratulou os portugueses por manterem as medidas de segurança mesmo depos do alívio de medidas do passado dia 4 de maio. "Passaram 10 dias de desconfinamento e ainda não se refletiu diferença na curva", admitiu a diretora-geral de Saúde.

Alertou ainda que é possível que os números voltem a sofrer ligeiros aumentos nos próximos dias, uma vez que basta registarem-se surtos em lares ou empresas para que tal aconteça. No entanto, garante que o estado epidemiológico de Portugal não se diferencia em muito de outros países, pelo que os resultados são positivos.

Graça Freitas voltou a mencionar que o R é de 1 no panorama nacional, com um aumento ligeiramente superior na região de Lisboa e Vale do Tejo. No entanto, afirma que a situação não revela extrema preocupação e que lhe parece estar "controlada".

"Vamos retomar, mas com segurança, visitas a pessoas nos lares", afirmou ainda Graça Freitas.

Já António Sales frisou que as autoridades de Saúde estão a "fazer um esforço muito grande" para reforçar a testagem em Portugal ao coronavírus.

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