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Câmara de Oeiras paga metade do novo edifício da Faculdade de Motricidade Humana

Município financia 5,6 milhões de euros das novas instalações na Cruz Quebrada, que vão custar 11,2 milhões.

08 de maio de 2025 às 19:09

A Faculdade de Motricidade Humana (FMH) da Universidade de Lisboa vai construir um edifício na Cruz Quebrada, no concelho de Oeiras, destinado à área da investigação. O novo ‘Cluster Ativo’, como foi designado, custará 11,2 milhões de euros, segundo a Resolução do Conselho de Ministros publicada esta quinta-feira em Diário da República, e que revela quais serão as fontes de financiamento.

A maior fatia pertence à Câmara de Oeiras, que pagará metade do valor, cerca de 5,6 milhões de euros. Já a União Europeia entra com 4,4 milhões de euros, enquanto o Orçamento do Estado português financia 1,2 milhões de euros. O objetivo da FMH é que a construção se inicie este ano e esteja concluída em 2027.

O financiamento europeu foi obtido através de uma candidatura no âmbito do "Acordo de Parceria - Portugal 2030, categorizada como Investimentos e Infraestruturas Tecnológicas - Centros e Interfaces Tecnológicos, por intermédio da Autoridade de Gestão do Programa Regional Lisboa 2030, a qual é complementada com a comparticipação da Câmara Municipal de Oeiras", refere o diploma.

Esta foi a solução encontrada, uma vez que "a FMH carece de competência legal para a realização da despesa inerente à celebração do contrato de empreitada acima aludido e demais atos relacionados com o procedimento pré-contratual, bem como para os atos relativos à sua execução".

O diploma destaca que "a presente resolução foi entendida por inadiável para que as entidades responsáveis possam levar a cabo os atos dos quais depende a concretização deste objetivo", uma vez que "a não aprovação e entrada em vigor desta resolução e o consequente atraso na autorização legal para a celebração do contrato no momento presente impediriam a conclusão dos procedimentos e fariam com que esta instituição perdesse a oportunidade de financiamento, tanto a nível nacional como europeu".

A população escolar e oferta formativa da FMH tem aumentado muito, mas as instalações não eram alargadas "há mais de 40 anos", segundo a Resolução do Conselho de Ministros.

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