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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Espera por cirurgia há uma semana

Família de paciente considera haver negligência.

28 de dezembro de 2015 às 18:23

Um operacional da Polícia Judiciária, de 52 anos, arrisca-se a ficar com sequelas no braço e a ver o seu futuro profissional comprometido devido à falta de uma cirurgia para tratar uma fratura ao braço, no úmero.António Vieira fraturou o braço no dia 21 deste mês quando se preparava para apanhar um autocarro no regresso a casa, na Lourinhã, após um dia de trabalho.

"Estou há uma semana em casa, à espera de ser operado no hospital de Torres Vedras. Disseram-me para ir hoje [este domingo] de manhã em jejum e estava na expectativa de ser operado, mas mandaram-me novamente embora e disseram-me para ligar amanhã [esta segunda-feira] para saber quando podem operar-me", afirmou ao CM António Vieira.

Quando deu a queda, o paciente foi transportado por uma ambulância do INEM para o hospital de Santa Maria (Lisboa), onde lhe diagnosticaram a fratura após exame de raio-X.

A família de António Vieira está revoltada pela falta de assistência. "Há negligência porque disseram que tinha de ser operado com urgência, era uma fratura grave, mas mandaram-no para o hospital da área de residência, que é o de Torres Vedras, que não tem capacidade de resposta e continua à espera da cirurgia", afirmou ao CM Fernando Vieira, pai do paciente. Ao CM o gabinete de comunicação do hospital de Torres Vedras afirmou que o utente "será operado a muito curto prazo".

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