Ponto alto das Festas de Lisboa terminou já de madrugada.
As marchas populares de Lisboa desfilam esta noite na Avenida da Liberdade. Os bairros recordam, além de tradições bairristas, pessoas icónicas e momentos importantes, o amor pelos Santos Populares.
Alinhamento do desfile na Avenida e descrição das marchas:
Abriu a primeira noite de exibições. As crianças da marcha recebem sempre muitos aplausos.
Voltaram a mostrar as suas tradições e levaram o fado no coração. Maya e Sérgio Rossi foram os padrinhos.
Participou extra-concurso e mostrou a alma e amor que fazem mover a instituição.
Levou arcos com coches para recordar os tempos passados: o bairro onde avistavam os coches.
Vestida de azul e rosa, de manjerico na cabeças e enfeites coloridos fez uma homenagem ao coreto e arraiais.
Com candeeiros típicos e arcos decorados com coroa. Lembrou um dos símbolos do bairro: Fernando Duarte.
Bairro abraçado pelo Tejo. Entrou com as varinas de canastra na cabeça para recordar a tradição.
Celebrou o 60º aniversário da freguesia de Campolide e recordou o aqueduto e o elétrico.
Lembrou os assadores dos arraiais e os que com amor se dedicam aos bairros e marchas.
Entraram em palco para recordar as origens, as tascas, a ginjinha, as tabernas e os pregões populares de Lisboa.
Retrata ‘o sítio do mocambo’, como era conhecido o bairro até ao séc. XIX, pela presença de nativos africanos.
Mostrou a identidade da cidade através dos telhados de Lisboa e das chaminés.
Vestidos de verde e vermelho, lembram os manjericos e fazem uma homenagem à Vila Berta, núcleo de habitação operária.
Recordou a típica figura do Zé Beato, a história de amor com a Maria Lisboa, e o amor à cidade.
Fez uma homenagem aos ‘Heróis da Fuligem’ e operários. Relembrou ainda o autocarro que percorria o bairro.
As mulheres retratam as donas de casa e os homens a classe operária. O arco é o interior das casas de lusalite.
Vestidos de azul, verde e laranja centrou-se no aeroporto de Lisboa e nas profissões ligadas à aviação.
Retratou as olarias, oficinas de cerâmica e os antigos aguadeiros, que levavam as bilhas de água em cerâmica.
Vestidos de marinheiros e princesas para homenagear os descobrimentos.
Foi com uniformes de bandas e fanfarra e, a toque de caixa, que recordou a Lisboa antiga.
Fez uma homenagem às profissões em vias de extinção, como o amolador. Levou facas e guarda-chuvas.
Inspirou-se numa das profissões mais antigas de Lisboa com os homens vestidos de engraxadores. Sónia Brazão foi a madrinha.
As marchas populares de Lisboa desfilam esta noite na Avenida da Liberdade. Os bairros recordam, além de tradições bairristas, pessoas icónicas e momentos importantes, o amor pelos Santos Populares.
Alinhamento do desfile na Avenida e descrição das marchas:
Abriu a primeira noite de exibições. As crianças da marcha recebem sempre muitos aplausos.
Voltaram a mostrar as suas tradições e levaram o fado no coração. Maya e Sérgio Rossi foram os padrinhos.
Participou extra-concurso e mostrou a alma e amor que fazem mover a instituição.
Levou arcos com coches para recordar os tempos passados: o bairro onde avistavam os coches.
Vestida de azul e rosa, de manjerico na cabeças e enfeites coloridos fez uma homenagem ao coreto e arraiais.
Com candeeiros típicos e arcos decorados com coroa. Lembrou um dos símbolos do bairro: Fernando Duarte.
Bairro abraçado pelo Tejo. Entrou com as varinas de canastra na cabeça para recordar a tradição.
Celebrou o 60º aniversário da freguesia de Campolide e recordou o aqueduto e o elétrico.
Lembrou os assadores dos arraiais e os que com amor se dedicam aos bairros e marchas.
Entraram em palco para recordar as origens, as tascas, a ginjinha, as tabernas e os pregões populares de Lisboa.
Retrata ‘o sítio do mocambo’, como era conhecido o bairro até ao séc. XIX, pela presença de nativos africanos.
Mostrou a identidade da cidade através dos telhados de Lisboa e das chaminés.
Vestidos de verde e vermelho, lembram os manjericos e fazem uma homenagem à Vila Berta, núcleo de habitação operária.
Recordou a típica figura do Zé Beato, a história de amor com a Maria Lisboa, e o amor à cidade.
Fez uma homenagem aos ‘Heróis da Fuligem’ e operários. Relembrou ainda o autocarro que percorria o bairro.
As mulheres retratam as donas de casa e os homens a classe operária. O arco é o interior das casas de lusalite.
Vestidos de azul, verde e laranja centrou-se no aeroporto de Lisboa e nas profissões ligadas à aviação.
Retratou as olarias, oficinas de cerâmica e os antigos aguadeiros, que levavam as bilhas de água em cerâmica.
Vestidos de marinheiros e princesas para homenagear os descobrimentos.
Foi com uniformes de bandas e fanfarra e, a toque de caixa, que recordou a Lisboa antiga.
Fez uma homenagem às profissões em vias de extinção, como o amolador. Levou facas e guarda-chuvas.
Inspirou-se numa das profissões mais antigas de Lisboa com os homens vestidos de engraxadores. Sónia Brazão foi a madrinha.
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