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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Luna perde última batalha

Menina de seis anos implorava aos pais milagre que nunca chegou.

24 de dezembro de 2015 às 02:30

"Preciso de um milagre. Preciso que ressuscitem a minha filha". As palavras de desespero de Adriano Moreira, pai de Luna, momentos depois de saber que a filha, de seis anos, tinha perdido a batalha contra a leucemia, contrastam com os pedidos desesperados da criança que nos últimos dias lutou pela vida no Instituto Português de Oncologia do Porto.Luna implorou aos pais que não a deixassem morrer. "Fica comigo mãe, não me deixes partir", repetiu, perante o desespero de quem nada mais podia fazer.

A menina estava internada há uma semana, com uma pneumonia contraída depois de o seu estado de saúde ter piorado. E esta quarta-feira à tarde não resistiu.

A onda de solidariedade que se gerou à volta de Luna tinha dado uma nova esperança aos pais. A campanha de angariação de fundos impulsionada nas redes sociais para que a menina fosse tratada em Inglaterra ultrapassou fronteiras. Reuniram os 310 mil euros necessários, mas o hospital em Inglaterra recusou recebê-la.

A família não desistiu. Recorreu a outro hospital, na Florida (EUA), que se disponibilizou a tratar Luna. Era tarde demais: não aguentaria a longa viagem.

Luna não melhorou, a família acompanhou-a até ao último minuto. O dinheiro angariado para tratar a criança servirá para ajudar outros menores. É a forma de os pais homenagearem a memória de Luna.

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