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Fundação Aga Khan doa 1,5 milhões de euros para reconstrução após cheias

Donativo destina-se a "apoiar a reconstrução e revitalização das zonas do país mais afetadas pelas recentes tempestades".

17 de fevereiro de 2026 às 15:50

A Fundação Aga Khan vai doar 1,5 milhões de euros para apoiar a reconstrução de áreas afetadas pelo mau tempo, condicionando parcialmente o uso das verbas à reconstrução de escolas, apoio a estudantes e famílias e criação de microflorestas.

O Ismaili Imamata e a Fundação Aga Khan, instituições sediadas em Portugal e lideradas pelo Príncipe Rahim Aga Khan (Aga Khan V), vão doar 1,5 milhões de euros "para apoiar a reconstrução e revitalização das zonas do país mais afetadas pelas recentes tempestades", mas o "contributo financeiro" tem a utilização parcialmente direcionada.

"Este contributo financeiro, deverá ser parcialmente utilizado no apoio a estudantes e suas famílias, bem como no reforço das estruturas de ensino, contribuindo para que as escolas possam retomar o seu funcionamento normal e em condições de segurança. A criação de microflorestas e de espaços verdes que contribuam para a estabilização do ecossistema, deverão igualmente ser alvo deste investimento", lê-se no comunicado divulgado esta terça-feira.

Segundo o comunicado, "a implementação do programa de ajuda" vai ser feita "em estreita coordenação com o Governo e com as autoridades nacionais e locais, de forma a garantir que esta ajuda seja um contributo efetivo para as comunidades que mais sofreram com as intempéries que afetaram o país".

A Fundação Aga Khan apresenta-se como "uma agência da Rede Aga Khan para o Desenvolvimento (AKDN) que reúne um conjunto de organizações lucrativas e não lucrativas, as quais trabalham para a melhoria das condições e da qualidade de vida das populações mais vulneráveis, independentemente da sua origem, género ou religião".

Dezassete pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

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