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GNR inicia em julho patrulhamento a cavalo da serra do Marão para reduzir incêndios

Objetivos com o patrulhamento a cavalo são "reforçar a vigilância e o controlo do território nas áreas de maior suscetibilidade a incêndio rural, através de uma presença operacional permanente, visível e dissuasora".

26 de junho de 2026 às 21:51

A GNR inicia em julho o patrulhamento a cavalo na serra do Marão com o objetivo de reforçar a vigilância, sensibilizar as populações e contribuir para a redução de incêndios, anunciou esta sexta-feira  o Comando Territorial do Porto.

O patrulhamento florestal a cavalo da Serra do Marão decorre no âmbito da Operação Floresta Segura 2026 e conta com a colaboração da Câmara de Amarante.

Em comunicado, a GNR disse que a Serra do Marão é "um dos mais significativos espaços naturais do Norte do país" e "assume particular importância ambiental, paisagística, social e económica para o concelho de Amarante e territórios envolventes".

"A sua elevada continuidade florestal, a complexidade orográfica e a dispersão populacional, associadas à recorrência de ocorrências de incêndio rural, conferem a este território um nível de vulnerabilidade que justifica uma atenção permanente e estruturada por parte das entidades com responsabilidades na gestão do risco", acrescenta.

Pelo que, a presença regular e visível dos militares da Guarda Nacional Republicana, assume "particular relevância enquanto fator de dissuasão, prevenção e deteção precoce, contribuindo simultaneamente para a sensibilização das populações e para o reforço da segurança no território".

A GNR concretizou que os objetivos com o patrulhamento a cavalo são "reforçar a vigilância e o controlo do território nas áreas de maior suscetibilidade a incêndio rural, através de uma presença operacional permanente, visível e dissuasora".

Pretende-se ainda contribuir para a redução do número de ignições de origem humana, promovendo a sensibilização das populações e o cumprimento das normas legais relativas ao uso do fogo em espaço rural, e potenciar a deteção precoce de fatores de risco e de comportamentos suscetíveis de originar incêndios rurais, permitindo uma intervenção célere e eficaz das entidades competentes.

A Guarda quer ainda fortalecer a proximidade com as comunidades locais e reforçar a perceção de segurança das populações, visitantes e agentes económicos que desenvolvem atividade na Serra do Marão.

Por fim, apontou à preservação do património natural, da biodiversidade e dos ecossistemas existentes, promovendo a valorização sustentável deste "importante espaço natural".

O Comando Territorial do Porto considera que "a implementação deste modelo constitui uma medida estruturante de reforço da prevenção dos incêndios rurais, assente numa lógica de proximidade, vigilância e sensibilização".

E defende que a "concretização desta iniciativa permitirá reforçar a cooperação institucional com o município de Amarante e demais entidades parceiras, contribuindo de forma relevante para a proteção das populações, a salvaguarda do património natural e a valorização sustentável da Serra do Marão, no quadro dos objetivos nacionais de defesa da floresta contra incêndios".

A medida está alinhada com os objetivos do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais (SGIFR) e com as prioridades municipais e nacionais em matéria de proteção civil e defesa do património natural.

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