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Correio da Manhã

Sociedade

Greve parcial afeta barcos entre Barreiro e Lisboa

Arranca na madrugada de domingo uma greve nos barcos que fazem a travessia entre o Barreiro e Lisboa.
2 de Novembro de 2013 às 16:01
Vista geral da estação fluvial da Soflusa no Barreiro
Vista geral da estação fluvial da Soflusa no Barreiro FOTO: Pedro Catarino

A greve parcial de sete dias na Soflusa, responsável pelas ligações fluviais entre o Barreiro e Lisboa, começa na madrugada de domingo e vai afetar as carreiras entre as duas margens nas horas de ponta.

Os utentes dos barcos da Soflusa, que asseguram a travessia entre o Barreiro e Lisboa, serão obrigados a rever os horários de partida e chgada devido à greve parcial que vai afetar a ligação fluvial. Está previsto que o último barco parta às 01h30 de domingo, no sentido Barreiro/Terreiro do Paço, e às 2h00 no sentido inverso, com a ligação a regressar à normalidade a partir das 10h40. No período da tarde, o último barco é as 16h25, com as ligações a serem retomadas às 20h55. Este cenário vai repetir-se também no sábado, dia 9.

Já em relação aos dias de semana, de segunda, dia 4 a sexta-feira, dia 8 de novembro, a última ligação vai ocorrer à 1h30, no sentido Barreiro/Terreiro do Paço, e às 02h00 no sentido inverso, com a ligação a regressar à normalidade a partir das 10h40.

Neste período da manhã, os serviços mínimos preveem que sejam realizadas duas carreiras, às 06h30 e às 07h30, ambas no sentido Barreiro/Terreiro do Paço.

No período da tarde, a última carreira será às 16h30 no sentido Barreiro/Terreiro do Paço e às 16h15 no sentido inverso, com as ligações a serem retomadas a partir das 19h40.

Também no período da tarde se vão realizar duas ligações de serviços mínimos, às 17h00 e 18h00, ambas no sentido Terreiro do Paço/Barreiro.

Os trabalhadores da Soflusa estão contra os impactos do novo regime jurídico do setor público empresarial, considerando que vão sofrer um redução salarial de cerca de 100 euros.

"Vão ser assegurados os serviços mínimos, mas nos restantes períodos estipulados de greve, as ligações devem parar", disse à Lusa Frederico Pereira, da Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans), acrescentando que os trabalhadores estão firmes na luta.

Os trabalhadores da Transtejo, que pertence ao mesmo grupo e é responsável por todas as restantes ligações no rio Tejo, decidiram suspender a greve que estava prevista nos mesmos moldes que na Soflusa e vão decidir em plenário novas formas de luta.

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