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Artigo exclusivo

Há quatro inseminações pós-morte autorizadas

Primeiro caso em Portugal foi o de Ângela Ferreira, que foi mãe de Guilherme em agosto. O pai, Hugo, tinha morrido em 2019.

03 de setembro de 2023 às 01:30

Hugo Guilherme nasceu dia 16 do mês passado, às 11h09, no Centro Materno-Infantil do Norte, Porto. Trata-se da primeira criança concebida em Portugal ao abrigo da lei que regulamenta a inseminação pós-morte. Ângela Ferreira foi mãe às 39 semanas e dois dias, mas poderá, em breve, não ser a única a usufruir da alteração legislativa. Em resposta a questões colocadas pelo CM, o Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida (CNPMA ) explica ter procedido, este ano, à centralização de quatro “documentos de prestação de consentimento autorizando a inseminação ‘post mortem’”. Acrescenta o CNPMA que “toda a informação sobre estes tratamentos só será processada quando forem tratados os dados introduzidos na plataforma de registo de atividades dos centros”.

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