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INEM garante reforço de ambulâncias em caso de necessidade devido ao surto de coronavírus

Em Portugal, há nove pessoas infetadas: seis no Porto, duas em Lisboa e uma em Coimbra.

05 de março de 2020 às 18:33

O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) indicou esta quinta-feira que estão atualmente disponíveis sete ambulâncias dedicadas ao transporte de casos suspeitos de infeção com o novo coronavírus, garantindo que este número pode ser reforçado em caso de necessidade.

Numa resposta enviada à agência Lusa, o INEM refere que tem, neste momento, quatro ambulâncias exclusivamente dedicadas ao transporte de casos suspeitos de infeção com o novo coronavírus, que causa a doença Covid-19, com outras três ambulâncias da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) também disponíveis para esse serviço específico, prevendo-se que uma outra da CVP entre em atividade na sexta-feira.

"De acordo com o estabelecido com a DGS [Direção Geral da Saúde], e nesta fase da resposta à COVID-19, o INEM realiza o transporte dos casos suspeitos, validados pela DGS, mediante as solicitações recebidas através da Linha de Apoio Médico. Este transporte é realizado pelas ambulâncias de transporte especializado que o INEM e a CVP prepararam já para o efeito", explica o INEM, adiantando que está "sempre em estreita articulação com a DGS" para avaliar a necessidade de reforçar os meios disponíveis para a eventualidade de serem necessários.

"Este reforço, se e quando necessário, poderá passar pelo empenho de mais ambulâncias do INEM e da CVP, mas também de alguns corpos de bombeiros", frisa.

Nesse sentido, indica que tem estabelecido "os necessários contactos" com a direção nacional da CVP e a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) para eventual afetação de mais ambulâncias ao transporte de casos suspeitos validados.

Em Portugal, há nove pessoas infetadas: seis no Porto, duas em Lisboa e uma em Coimbra.

O novo coronavírus, que surgiu em Wuhan, na China, no final do ano passado, pode causar infeções respiratórias como a pneumonia e já matou cerca de 3.300 pessoas e infetou mais de 95.000 em 79 países.

CMP // JMR

Lusa/fim

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