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Marinha Grande mantém escolas fechadas até terça-feira devido aos estragos provocados pela depressão Kristin

Concelho da Marinha Grande tem cerca de 6 mil alunos distribuídos por 32 estabelecimentos de ensino público e privado.

30 de janeiro de 2026 às 16:54

As escolas do concelho da Marinha Grande, no distrito de Leiria, vão manter-se fechadas até terça-feira, dada a necessidade de trabalhos de limpeza e garantia de segurança, decorrentes do mau tempo, foi esta sexta-feira anunciado.

"O Município da Marinha Grande informa que os estabelecimentos de ensino do concelho permanecerão encerrados até ao dia 03 de fevereiro, por motivos de segurança e necessidade de realização de trabalhos de limpeza e verificação das condições de funcionamento", divulgou aquela autarquia do distrito de Leiria.

Segundo uma nota de imprensa, a Câmara está "a trabalhar em estreita articulação com as entidades competentes, nomeadamente a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e as direções dos agrupamentos, garantindo que a reabertura apenas ocorrerá quando estiverem asseguradas todas as condições necessárias".

"A reabertura das escolas será faseada e progressiva, dependendo da evolução dos trabalhos em curso, nomeadamente ao nível da limpeza, manutenção e reposição das condições essenciais", explicou.

O município observou que "a retoma da atividade letiva está condicionada à reposição total dos serviços de abastecimento de água, energia elétrica e comunicações, bem como à confirmação de que estão reunidas todas as condições de segurança para alunos, docentes e pessoal não docente".

O concelho da Marinha Grande tem cerca de seis mil alunos distribuídos por 32 estabelecimentos de ensino público e privado, revelou à Lusa fonte da autarquia.

A passagem da depressão Kristin por Portugal continental, na quarta-feira, deixou um rasto de destruição, causando pelo menos cinco mortos, segundo a Proteção Civil, vários feridos e desalojados. A Câmara da Marinha Grande contabiliza ainda uma outra vítima mortal no concelho.

Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações foram as principais consequências materiais do temporal.

Leiria, por onde a depressão entrou no território, Coimbra e Santarém são os distritos que registam mais estragos.

O Governo decretou situação de calamidade entre as 00:00 de quarta-feira até às 23:59 de dia 01 de fevereiro para cerca de 60 municípios, número que pode aumentar.

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