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Ministério do Ambiente exige medidas contra praga de moscas causada por aviário em Óbidos

A empresa foi alvo de três inspeções entre junho e julho.
Por Lusa|12.07.18

O Ministério do Ambiente identificou um aviário de perus como "causador inequívoco" de uma praga de moscas no concelho de Óbidos e solicitou à Direção Regional de Agricultura medidas urgentes que poderão incluir o encerramento da exploração.

Num ofício enviado à Direção Regional de Agricultura e Pescas de Lisboa e Vale do Tejo (DRAPLVT), a secretaria de Estado do Ambiente considerou o aviário de perus da Sociedade Avícola da Avarela, Lda. como "causador inequívoco" de um surto de moscas que afeta o concelho de Óbidos e solicita a "tomada de medidas imediatas" para resolver o problema.

No documento, a que a agência Lusa teve acesso, o gabinete do secretário de Estado considera não haver "qualquer margem para dúvidas" sobre a "relação direta" entre a exploração e a praga de moscas que se repete ciclicamente, gerando sucessivas queixas da população, comerciantes e Câmara Municipal.

No ofício a secretaria de Estado questiona a DRAPLVT, entidade responsável pelo licenciamento da exploração, sobre "quais as medidas imediatas" que irá implementar para contenção do surto de moscas, admitindo a possibilidade de "suspensão da atividade".

A posição foi assumida depois de a última vistoria realizada no dia 03 ao aviário ter confirmado, segundo o relatório a que a Lusa teve acesso, "uma infestação muito significativa [de larvas]" em nove pavilhões.

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