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Correio da Manhã

Sociedade
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Portugueses fazem sexo duas vezes por semana

Os portugueses são imbatíveis no que respeita ao sexo. Segundo um estudo da Sociedade Portuguesa de Andrologia, da Associação Portuguesa de Urologia e da Lilly Portugal, 68% dos inquiridos portugueses têm sexo pelo menos duas vezes por semana. Catorze por cento dizem que têm relações sexuais quatro vezes por semana, e 8% fazem sexo cinco vezes no mesmo período. Portugal surge acima da média dos restantes países que participaram no estudo – 55% têm sexo pelo menos duas vezes por semana.

14 de Fevereiro de 2012 às 01:00
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SEXO, SEXUALIDADE, ESTUDO, PORTUGUESES, FOTO: DR

A avaliação foi feita em 13 países, com base em inquéritos on--line. A saber: Áustria , Bélgica, Canadá, Coreia do Sul, Dinamarca, Estados Unidos da América, Finlândia, México, Portugal, Reino Unido, República Checa, Roménia e Suíça.

Quanto ao dia, hora e altura do ano em que o apetite sexual desperta, os portugueses não são muito diferentes das restantes nacionalidades, e a maioria (30%) prefere o Verão. Em matéria de sexo, o Outono é para esquecer: apenas 3% dos inquiridos gostam de ter relações sexuais nesta época. A Primavera é ideal para 13% dos inquiridos e o Inverno é destacado por 6%.

Quanto à melhor hora, 29% gostam de encontros amorosos entre as 22h00 e as 02h00 e, de preferência, aos sábados. Este dia é importante para 74% dos portugueses. Apenas 8% afirmam ter sexo sempre no mesmo dia da semana.

Mas os portugueses não vencem apenas na quantidade. São de longe os mais espontâneos: 94% dizem ser espontâneos no sexo e apenas 6% planeiam a relação. Seguem-se os austríacos e os belgas (91%). Ficam para trás o Canadá, com 79%, a Coreia do Sul, com 78%, os EUA, com 76%. Na maior parte dos países analisados são as mulheres que referem mais a espontaneidade.

Em matéria de desculpas, as novidades não são muitas: o cansaço é a mais frequente, seguido da dor de cabeça.

5% RECONHECEM TER PROBLEMAS DE DISFUNÇÃO

Na hora das dificuldades, os portugueses estão entre os mais inibidos, destacando-se os 5% que reconhecem já ter tomado medicação para a disfunção eréctil, uma das principais causas de tensão entre o casal. A esmagadora maioria admite ter vergonha de discutir assuntos do foro sexual com o seu médico. Segundo o urologista Pepe Cardoso, em Portugal 500 mil homens sofrem de disfunção eréctil. "Não há que ter vergonha de procurar ajuda junto de um médico", diz.

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