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Saber manobras de reanimação é essencial

Cardiologistas defendem aumento de ações de formação.

26 de junho de 2016 às 09:36

Por ano, uma média de 10 mil pessoas em Portugal sofre de morte súbita cardíaca, uma situação que ocorre de forma inesperada ou até uma hora depois de se iniciarem os sintomas.

Para a Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC), muitos casos de morte súbita poderiam ter sido evitados se tivessem sido aplicadas manobras de reanimação. "É fundamental a rapidez e eficácia nas manobras de suporte imediato de vida para converter a arritmia", afirmou ao Correio da Manhã Regina Ribeiras, secretária-geral da SPC.

Segundo a cardiologista, poderão ser evitados casos de morte súbita se as pessoas, independentemente da faixa etária, souberem aplicar as manobras de reanimação.

Para os cardiologistas, existem três fatores de risco que determinam a grande maioria dos episódios de morte súbita. No caso dos sobreviventes de enfarte fica uma cicatriz no coração, que pode originar arritmias malignas que culminam em morte.

Nas pessoas com insuficiência cardíaca, pode resultar doença do músculo cardíaco e das válvulas ou artérias coronárias. Independentemente da causa que motivou a insuficiência cardíaca, esta pode causar arritmias malignas e levar à morte.

Por fim, existem doenças hereditárias do músculo cardíaco, como a miocardiopatia hipertrófica, ou doenças elétricas do coração, como o síndrome de Brugada, que podem levar à morte súbita.

Nalguns tipos de doenças que podem provocar a morte súbita, o coração é estruturalmente normal, ou seja, não há doença das válvulas nem do músculo cardíaco, como acontece no caso do síndrome de Brugada.

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