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Correio da Manhã

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Serviços de saúde analisam procedimentos mais céleres para compra de produtos de tratamento do coronavírus

Surto de Covid-19 provocou cerca de 3.200 mortos e infetou mais de 93.000 pessoas em 78 países, incluindo cinco em Portugal.
Lusa 4 de Março de 2020 às 13:39
Coronavírus
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Representantes dos serviços ligados ao Ministério da Saúde reuniram-se hoje para discutir a adoção de procedimentos mais céleres na compra de produtos de triagem e tratamento de casos associados ao novo coronavírus, anunciou hoje o Ministério.

Na reunião diária do Ministério da Saúde para acompanhar a situação do surto de Covid-19 - a doença provocada pelo novo coronavírus, que causa infeções respiratórias como pneumonia -, esteve também em cima da mesa a atualização permanente das listas dos produtos que as unidades de saúde precisam para avaliar os casos suspeitos e "tratamento de sintomas e complicações associadas" à Covid-19.

"Tendo em conta a necessidade de garantir que a informação é disponibilizada de forma mais eficaz aos diferentes públicos-alvo foi ainda decidido reforçar os meios de comunicação da DGS", refere o Ministério da Saúde em comunicado sobre a reunião diária.

O documento acrescenta que "foi também decidido que a Direção-Geral da Saúde (DGS) e o Infarmed emitirão orientações relacionadas com a utilização da reserva de medicamentos e dispositivos médicos", a propósito do já anunciado reforço de 20% nos stocks de medicamentos, dispositivos médicos e equipamentos de proteção individual destinados a enfrentar uma epidemia de Covid-19.

Na reunião participaram responsáveis da Direção-Geral da Saúde, do INFARMED, do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA), da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) e dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS).

O surto de Covid-19, detetado em dezembro na China, provocou cerca de 3.200 mortos e infetou mais de 93.000 pessoas em 78 países, incluindo cinco em Portugal.

Das pessoas infetadas, cerca de 50.000 recuperaram.

Além de 2.983 mortos na China, há registo de vítimas mortais no Irão, Itália, Coreia do Sul, Japão, França, Hong Kong, Taiwan, Austrália, Tailândia, Estados Unidos da América e Filipinas.

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