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Substâncias no ar das escolas potenciam asma e obesidade

Estudo do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto foi iniciado em janeiro de 2016.

01 de março de 2019 às 08:43

Um estudo do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto concluiu que a presença no ar das salas de aula de substâncias que provocam alterações hormonais, pode originar o desenvolvimento de asma e obesidade nas crianças.

A investigadora Inês Paciência explica que o estudo, iniciado em janeiro de 2016, publicado recentemente na revista ‘Allergy’, analisou a qualidade do ar interior de 71 salas de aula de 20 escolas primárias do Porto e a prevalência de sintomas relacionados com asma e obesidade em 845 crianças.

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