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Um terço das anomalias congénitas resulta em interrupção da gravidez

Em 2020 e 2021 houve 2271 notificações de anomalias congénitas. Em 723 casos, os pais optaram por interromper a gravidez.

04 de fevereiro de 2026 às 01:30

Em 2020 e 2021 o Registo Nacional de Anomalias Congénitas recebeu 2271 notificações de anomalias congénitas (AC), uma prevalência de 137,9 casos por 100 mil nascimentos. Em dois terços dos casos  (1501) houve nascimento dos bebés, enquanto em 723 situações (31,8%) os pais optaram pela interrupção médica da gravidez (IMG). Registaram-se 30 mortes fetais e 16 abortos espontâneos, segundo o relatório de anomalias congénitas publicado pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA) na última semana.

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