Além do caso Roswell, desde 1947, o dia 14 de junho ficou marcado por vários acontecimentos espaciais: O primeiro macaco a sobreviver no espaço; nasceu a Agência Espacial Europeia; um asteróide esteve bem perto de colidir com a Terra.
Caso Roswell: Naves espaciais ou balões para vigilância militar?
Exatamente a 14 de junho, mas há 66 anos, um objeto caiu do céu e foi pousar em Roswell, uma cidade do Novo México. Os testemunhos sobre o que realmente aconteceu são vários, mas podem dividir-se em duas versões: a dos militares norte-americanos, considerada oficial, e a dos populares.
Para justificar os estranhos vestígios encontrados em Roswell os militares disseram que se tratava apenas de um balão meteorológico experimental para vigilância militar, que tinha sido lançado perto daquele local. Porém, os populares que encontraram os vestígios deste objeto voador e corpos não ficaram convencidos e defenderam que se tratava de uma nave espacial.
Com duas versões contraditórias, o assunto acabou por gerar discussão. Várias testemunhas foram ouvidas e encontrou-se explicação para todos os depoimentos: Ganhou a versão dos militares - assunto arrumado.
Albert II, o primeiro macaco a sobreviver no espaço
Nos anos 40, o homem estava longe de concretizar a sua primeira ida ao Espaço - que foi algo que só se veio a concretizar a 12 de Abril de 1961. Mas como a curiosidade dos cientistas ultrapassava, em larga escala, os seus recursos tecnológicos, a NASA decidiu avançar com a exploração do Universo. Sem querer colocar vidas humanas em risco, usou animais.
Coube aos macacos fazer as honras da casa. A fêmea macaco-esquilo, batizada de Albert I, acabou por morrer devido a um defeito do mecanismo de flutuação da cápsula. Já Albert II, num voo que chegou a atingir os 134 quilómetros por hora, sobreviveu à sua viagem até ao espaço mas acabou por morrer no impacto que marcou o regresso à Terra.
O nascimento da Agência Espacial Europeia
Em 1964 quis institucionalizar-se a investigação do Espaço e criou-se a Organização Europeia de Investigação Espacial (ESRO, sigla em inglês), a qual integraram dez nações europeias. Mais tarde, em 1975, a ESRO juntou-se à Organização Europeia de Desenvolvimento de Lançamentos (ELDO, sigla em inglês) e formou a Agência Espacial Europeia (ESA, sigla em inglês). Atualmente esta entidade é responsável por comandar o programa espacial europeu.
Igreja rende-se à ciência
A Igreja começou a sentir-se ameaçada com a evolução da ciência, que ia contra os seus dogmas e lhes roubava fiéis. Para se proteger, desde o século XVI a Igreja Católica procurou formas de tirar de circulação obras de vários cientistas e filósofos de renome como Galileu Galilei, Nicolau Copérnico e René Descartes.
Só a 14 de junho de 1966 é que a Igreja se rende à ciência e o Papa Paulo VI, por intermédio do Vaticano, anuncia a abolição do Índice dos Livros Proibidos.
Humanidade salva por apenas 75 mil milhas
O asteróide Near-Earth 2002 MN esteve a 75 mil milhas (pouco mais de 120 mil quilómetros) de embater contra o planeta Terra em 2002. A uma velocidade de 121 mil quilómetros por hora, o Near-Earth era suficientemente grande para deixar o rasto de dois mil quilómetros quadrados de pura destruição.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
o que achou desta notícia?
concordam consigo
A redação do CM irá fazer uma avaliação e remover o comentário caso não respeite as Regras desta Comunidade.
O seu comentário contem palavras ou expressões que não cumprem as regras definidas para este espaço. Por favor reescreva o seu comentário.
O CM relembra a proibição de comentários de cariz obsceno, ofensivo, difamatório gerador de responsabilidade civil ou de comentários com conteúdo comercial.
O Correio da Manhã incentiva todos os Leitores a interagirem através de comentários às notícias publicadas no seu site, de uma maneira respeitadora com o cumprimento dos princípios legais e constitucionais. Assim são totalmente ilegítimos comentários de cariz ofensivo e indevidos/inadequados. Promovemos o pluralismo, a ética, a independência, a liberdade, a democracia, a coragem, a inquietude e a proximidade.
Ao comentar, o Leitor está a declarar que é o único e exclusivo titular dos direitos associados a esse conteúdo, e como tal é o único e exclusivo responsável por esses mesmos conteúdos, e que autoriza expressamente o Correio da Manhã a difundir o referido conteúdo, para todos e em quaisquer suportes ou formatos actualmente existentes ou que venham a existir.
O propósito da Política de Comentários do Correio da Manhã é apoiar o leitor, oferecendo uma plataforma de debate, seguindo as seguintes regras:
Recomendações:
- Os comentários não são uma carta. Não devem ser utilizadas cortesias nem agradecimentos;
Sanções:
- Se algum leitor não respeitar as regras referidas anteriormente (pontos 1 a 11), está automaticamente sujeito às seguintes sanções:
- O Correio da Manhã tem o direito de bloquear ou remover a conta de qualquer utilizador, ou qualquer comentário, a seu exclusivo critério, sempre que este viole, de algum modo, as regras previstas na presente Política de Comentários do Correio da Manhã, a Lei, a Constituição da República Portuguesa, ou que destabilize a comunidade;
- A existência de uma assinatura não justifica nem serve de fundamento para a quebra de alguma regra prevista na presente Política de Comentários do Correio da Manhã, da Lei ou da Constituição da República Portuguesa, seguindo a sanção referida no ponto anterior;
- O Correio da Manhã reserva-se na disponibilidade de monitorizar ou pré-visualizar os comentários antes de serem publicados.
Se surgir alguma dúvida não hesite a contactar-nos internetgeral@medialivre.pt ou para 210 494 000
O Correio da Manhã oferece nos seus artigos um espaço de comentário, que considera essencial para reflexão, debate e livre veiculação de opiniões e ideias e apela aos Leitores que sigam as regras básicas de uma convivência sã e de respeito pelos outros, promovendo um ambiente de respeito e fair-play.
Só após a atenta leitura das regras abaixo e posterior aceitação expressa será possível efectuar comentários às notícias publicados no Correio da Manhã.
A possibilidade de efetuar comentários neste espaço está limitada a Leitores registados e Leitores assinantes do Correio da Manhã Premium (“Leitor”).
Ao comentar, o Leitor está a declarar que é o único e exclusivo titular dos direitos associados a esse conteúdo, e como tal é o único e exclusivo responsável por esses mesmos conteúdos, e que autoriza o Correio da Manhã a difundir o referido conteúdo, para todos e em quaisquer suportes disponíveis.
O Leitor permanecerá o proprietário dos conteúdos que submeta ao Correio da Manhã e ao enviar tais conteúdos concede ao Correio da Manhã uma licença, gratuita, irrevogável, transmissível, exclusiva e perpétua para a utilização dos referidos conteúdos, em qualquer suporte ou formato atualmente existente no mercado ou que venha a surgir.
O Leitor obriga-se a garantir que os conteúdos que submete nos espaços de comentários do Correio da Manhã não são obscenos, ofensivos ou geradores de responsabilidade civil ou criminal e não violam o direito de propriedade intelectual de terceiros. O Leitor compromete-se, nomeadamente, a não utilizar os espaços de comentários do Correio da Manhã para: (i) fins comerciais, nomeadamente, difundindo mensagens publicitárias nos comentários ou em outros espaços, fora daqueles especificamente destinados à publicidade contratada nos termos adequados; (ii) difundir conteúdos de ódio, racismo, xenofobia ou discriminação ou que, de um modo geral, incentivem a violência ou a prática de atos ilícitos; (iii) difundir conteúdos que, de forma direta ou indireta, explícita ou implícita, tenham como objetivo, finalidade, resultado, consequência ou intenção, humilhar, denegrir ou atingir o bom-nome e reputação de terceiros.
O Leitor reconhece expressamente que é exclusivamente responsável pelo pagamento de quaisquer coimas, custas, encargos, multas, penalizações, indemnizações ou outros montantes que advenham da publicação dos seus comentários nos espaços de comentários do Correio da Manhã.
O Leitor reconhece que o Correio da Manhã não está obrigado a monitorizar, editar ou pré-visualizar os conteúdos ou comentários que são partilhados pelos Leitores nos seus espaços de comentário. No entanto, a redação do Correio da Manhã, reserva-se o direito de fazer uma pré-avaliação e não publicar comentários que não respeitem as presentes Regras.
Todos os comentários ou conteúdos que venham a ser partilhados pelo Leitor nos espaços de comentários do Correio da Manhã constituem a opinião exclusiva e única do seu autor, que só a este vincula e não refletem a opinião ou posição do Correio da Manhã ou de terceiros. O facto de um conteúdo ter sido difundido por um Leitor nos espaços de comentários do Correio da Manhã não pressupõe, de forma direta ou indireta, explícita ou implícita, que o Correio da Manhã teve qualquer conhecimento prévio do mesmo e muito menos que concorde, valide ou suporte o seu conteúdo.
ComportamentoO Correio da Manhã pode, em caso de violação das presentes Regras, suspender por tempo determinado, indeterminado ou mesmo proibir permanentemente a possibilidade de comentar, independentemente de ser assinante do Correio da Manhã Premium ou da sua classificação.
O Correio da Manhã reserva-se ao direito de apagar de imediato e sem qualquer aviso ou notificação prévia os comentários dos Leitores que não cumpram estas regras.
O Correio da Manhã ocultará de forma automática todos os comentários uma semana após a publicação dos mesmos.
Para usar esta funcionalidade deverá efetuar login.
Caso não esteja registado no site do Correio da Manhã, efetue o seu registo gratuito.
Escrever um comentário no CM é um convite ao respeito mútuo e à civilidade. Nunca censuramos posições políticas, mas somos inflexiveis com quaisquer agressões. Conheça as
Inicie sessão ou registe-se para comentar.