"Fazemos algo inédito em Portugal": Ana Pinto é uma das vozes que anima a Correio da Manhã Rádio

Todos os dias, Ana Pinto dá voz a um projeto que - garante - junta “o melhor de dois mundos”.

20 de março de 2026 às 01:30
Ana Pinto, voz da Media Livre, anima projeto inédito em Portugal
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Todos os dias, Ana Pinto entra em antena, na Correio da Manhã Rádio, das 10h53 às 16h00, “num espaço de ligação entre os horários nobres, o ‘Bom dia’ e o ‘Regresso a Casa’”.

“É um horário transversal, onde temos entretenimento, informação, rubricas, música e o Grande Jornal da tarde em simultâneo com a CMTV. É neste horário que a Correio da Manhã Rádio faz algo inédito em Portugal!”, começa por dizer a animadora. “Junta o melhor dos dois mundos, o ritmo da rádio com a força da informação televisiva, permitindo aos nossos ouvintes acompanharem os conteúdos, mesmo quando não têm acesso à imagem. Na rádio temos o cuidado de fazer a locução das legendas, para que nada interrompa o fluxo da informação. É um desafio permanente e muito gratificante fazer parte de um ecossistema informativo onde estamos todos ligados, jornal, televisão e digital, sem perder de vista as particularidades da rádio”, explica.

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Para Ana Pinto, a rádio é uma enorme paixão, que cresce desde há 31 anos, quando entrou pela primeira vez no estúdio: “cresci e estudei na cidade da Guarda, onde tive o primeiro contacto com o mundo da rádio. Comecei jovem a fazer animação. Foi na Rádio Altitude, uma estação com grande valor histórico para a cidade, por ser a primeira rádio local do país”. Depois, estudou jornalismo no ISACE e ao mesmo tempo fez emissão na Rádio F, outra rádio local. Já em Lisboa, foi animadora na rádio Marginal.

A rádio fascinou-a pela dinâmica: “o som tem de facto uma magia incrível! A notícia dita com urgência na voz, às histórias sonorizadas pelos magos da sonoplastia, a companhia e a música que transforma o dia de quem ouve, faz da rádio, um lugar especial. E esse foi o lugar que encontrei na Correio da Manhã Rádio que, ao fim de um ano e meio, está a afirmar-se como um projeto disruptivo, mas próximo do ouvinte e com futuro no horizonte. Estamos a crescer!”

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