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Herança de sangue Há heranças que não se escolhem.

Correio da Manhã reforça quota de mercado em 2021

Em cada 100 leitores de jornais diário generalistas, 63 escolheram o Correio da Manhã. Dados do primeiro trimestre deste ano reforçam crise provocada pela pandemia.

01 de junho de 2021 às 08:40

O Correio da Manhã continua a ser o jornal diário preferido dos portugueses. De acordo com os dados da Associação Portuguesa para o Controlo de Tiragem e Circulação (APCT), relativos aos três primeiros meses do ano, esta segunda-feira revelados, o CM tem uma quota de mercado de 63%. Ou seja, em cada 100 compradores da imprensa diária generalista, 63 optam pelo Correio da Manhã.

Num período em que se agravou a crise na imprensa nacional, devido à pandemia de Covid-19, o CM vendeu em banca uma média de 50 899 exemplares por dia.

Em segundo lugar ficou o ‘JN’, com uma média de 19 472 exemplares por edição (menos 28,7% quando em comparação com o período homólogo do ano passado). Segue-se o ‘Público’, com 10 390 exemplares (quebra de 17,9%). Contas feitas, no que diz respeito ao total de vendas em banca dos três diários generalistas - Correio da Manhã, ‘Jornal de Notícias’ e ‘Público’ - a quebra, quando em comparação com o período entre janeiro e março de 2020, foi de 24 682 exemplares (passou para 80 761).

De referir ainda o ‘Diário de Notícias’, que voltou a sair todos os dias desde o fim do ano passado e que vendeu 2038 exemplares. Nos diários desportivos, o ‘Record’ vendeu 17 747 jornais por dia e ‘O Jogo’ 6014.

Entre as news magazines, a ‘Sábado’ continua a liderar o segmento, com uma média de 17 819 revistas vendidas todas as semanas, e a ‘Visão’ 11 517. O ‘Inevitável’ e ‘A Bola’ não são auditados, por opção própria.

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