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RTP é uma organização com uma ‘cultura de quintas’ que nunca assimilará transversalidades.
E justamente quando a RTP se habituava à ideia, internamente construída, de que o ministro da tutela era uma espécie de notário a quem iria levar documentos para mera autenticação, Adão e Silva dirige-se ao encontro de quadros da televisão do Estado e provoca um autêntico terramoto. O governante estragou a festa mas todos fingiram não perceber que se cansou da ‘bandalheira’ e que entregou o desenho do futuro da RTP a seis pessoas competentes, escolhidas fora da empresa. Finalmente!
Diz quem presenciou que a administração e muitos dos diretores se sentiram autenticamente ultrajados pelo facto do orador convidado ter anunciado novidades inesperadas e que está em curso um atabalhoado e apressado processo de reestruturação com o objetivo de esvaziar ao máximo as atribuições do grupo de trabalho do Livro Branco e de balizar, com factos consumados, a sua área de intervenção. Agora a ideia parece ser sobrepor, já em janeiro, grandes áreas temáticas às atuais direções (um modelo a que algumas televisões europeias têm vindo a aderir em processos graduais) mas a responderem a uma espécie de diretor-geral, personagem encarnada pelo quase desconhecido administrador Hugo Figueiredo. Se acrescentar que se trata do dirigente que defendeu junto dos quadros da empresa que a RTP é "a estação que mais resiste nas audiências", acho que deixo o ‘especialista’ apresentado. Aparentemente anda uma correria de ordens de serviço na Marechal Gomes da Costa para que o funcionamento se adapte a passar pelas tais áreas temáticas transversais o que equivale a ignorar duas evidências relacionadas.
A primeira evidência é a de que a RTP é uma organização com uma ‘cultura de quintas’ que nunca assimilará transversalidades, e entronca na segunda evidência, que é a de que a RTP pretende ganhar campeonatos com equipas que somam derrotas, jogo após jogo, através da alteração das regras e não das chefias. Entregar (ao que consta) as áreas temáticas a génios do audiovisual como José Fragoso, Teresa Paixão ou Gonçalo Madaíl, profissionais mais conhecidos por fazerem parte do anedotário da indústria do que por extraordinários desempenhos, é uma forma inovadora de criar um novo problema e chamar-lhe solução.
O futuro da RTP tem de passar, necessariamente, ao largo do seu passado e do seu presente. Os melhores profissionais da RTP (e são muitos), os seus espectadores (ainda que poucos) e os 400 mil euros que consome diariamente terão, certamente, inspirado Adão e Silva a dar a pedrada no charco. Oxalá o grupo de trabalho sobreviva ao campo de minas que, tudo indica, tem à sua espera.
Dra. Frankenstein da TV
Fiz um exercício que me transforma numa espécie de Dra. Frankenstein da TV e que é um primeiro balanço do que eu adivinho que será este ano nas audiências televisivas. Se só contarmos com os programas, a TVI ganha à SIC mas se só contarmos com a informação a RTP ganha à TVI. Dito de outra forma: a liderança da SIC não pode dormir mas não tem com que se preocupar.
Entretanto na BTV...
A BTV revela em 2022 aquilo que a indústria já sabe há mais de dez anos: que Carlos Dias da Silva está queimado.
Sétimo Round
‘Tinto no Branco’ leva a melhor sobre ‘Perplexidades’, de novo, e coloca o score deste duelo em 5-1 a seu favor. Os espectadores preferiram ter acesso a informações sobre os cromos do Mundial do que assistir a uma entrevista com o ministro da Saúde que foi uma catástrofe em termos de audiências apesar de ter muito mais interesse e muito melhor condução. Tudo isto numa semana em que o ‘Telejornal’ ganhou ao ‘Jornal das 8’ em 3 dos 5 dias.
FADE IN....
MARIANA FERNANDES
É um dos poucos casos em que o desporto da TVI/CNN acertou. E acertou em cheio! Mariana Fernandes já se vinha revelando uma excelente comentadora e comunicadora na Rádio Observador e agora repete a qualidade das suas prestações na televisão. Mariana é bem preparada, rigorosa, com uma opinião bem sustentada e credível e dotada de uma elevadíssima capacidade de síntese que a leva a conseguir passar muito bem todas as mensagens. Sem exuberâncias nem vedetismos, adivinha-se a Mariana Fernandes uma carreira longa e brilhante!
FADE OUT...
TVI E OS DIREITOS DE RESPOSTA
O que a TVI fez no ‘J8’ de dia 8 de Novembro com um Direito de Resposta é ilustrativo dos seus pergaminhos éticos. O jornal foi para ‘break’ às 20h42 e regressou às 20h54 apenas para emitir o Direito de Resposta e voltar para intervalo às 20h55m. É um modo de atuação que a lei não veda mas que à ética repugna. Praticá-lo retira à informação da TVI a autoridade moral para questionar, por exemplo, políticos que tenham o mesmo tipo de comportamento.
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