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Correio da Manhã

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“É acompanhante só quem gosta”

Na pele da acompanhante de luxo ‘Joana’, na novela da TVI ‘A Outra’, Núria Madruga tem um dos papéis mais polémicos da trama. Para seguir essa profissão, ela entrega a filha pequena a uma vizinha e, quando a criança já está criada, quer tê-la de volta. "Pelas pesquisas que fiz, percebi que é acompanhante quem gosta de o ser", revela ao CM a actriz, confirmando que, depois de concluídas as gravações, em Setembro, se irá manter na TVI.
13 de Agosto de 2008 às 00:30
 Após perceber as motivações da sua personagem, Núria Madruga diz que esta é “como um bombom”
Após perceber as motivações da sua personagem, Núria Madruga diz que esta é “como um bombom” FOTO: Sérgio Lemos

Ainda sobre as acompanhantes de luxo, diz: "Embora comecem essencialmente por causa do dinheiro, essas mulheres continuam por gostarem de seduzir, por aquela vida ser como um jogo e por serem elas a decidir quem são os clientes com quem estão."

"Não conheci nenhuma acompanhante. Limitei-me a fazer pesquisas, porque elas vivem num mundo tão fechado que poucas pessoas sabem quem são ou como chegar até elas. Li imenso, mas não queria que as características da ‘Joana’ fossem iguais às de alguém. Percebi que as motivações dela eram ter dinheiro e seduzir", explica Núria Madruga.

"Essas condições são, para as acompanhantes, um pouco difíceis de deixar. Por isso é que, na novela, a ‘Joana’ volta, algumas vezes, a ser acompanhante de luxo. Não posso dizer se ela continuará ou não a sê-lo, apesar de ter um namorado, ‘Raul’ [Jorge Silva], de cujo dinheiro ela gosta, e de estar apaixonada por um homem casado, ‘Jorge’ [Paulo Oom]", sublinha Núria.

"Estou a aprender muito! A ‘Joana’ é como um bombom para mim por sermos tão diferentes", conclui.

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