Amante de oligarca ucraniano perde as duas pernas em atentado no Mónaco

Empresário Vadim Yermolaev encontra-se gravamente ferido, enquanto Anna Nasobina permanece em estado crítico e a lutar pela vida.

01 de julho de 2026 às 13:15
Anna Nasobina, amante de Vadim Ermolaev Foto: DR
Oligarca ucraniano Vadim Ermolaev Foto: DR
Anna Nasobina, amante de Vadim Ermolaev Foto: DR
Oligarca ucraniano Vadim Ermolaev Foto: DR

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Novos detalhes vieram a público sobre a explosão que abalou um luxuoso prédio residencial no Mónaco e deixou gravemente ferido o empresário ucraniano Vadim Yermolaev de 58 anos. Afinal, a mulher que seguia com o magnata não era a sua esposa, mas sim a alegada amante, Anna Nasobina, de 46 anos, que perdeu ambas as pernas na sequência do atentado.

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Inicialmente identificada como a mulher de Yermolaev, Anna Nasobina sofreu ferimentos extremamente graves, tendo os pés sido arrancados pela explosão. Foi transportada de urgência para um hospital em Nice, onde permanece em estado crítico e a lutar pela vida, depois de lhe terem sido amputadas as duas pernas.

No veículo seguia também o filho de ambos, de 13 anos, que ficou ferido, mas encontra-se em estado estável, segundo a imprensa internacional. 

Entretanto, a verdadeira esposa de Vadim Ermolaev, também chamada Anna fez saber que está em segurança. A mulher, de 56 anos, reagiu ao atentado através do órgão de comunicação social ucraniano 'Suspline', afirmando: "Estamos atualmente num estado de grande stress e estamos a cooperar ativamente com a investigação e com as autoridades policiais."

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A revelação de que a vítima não era a esposa, mas sim a alegada amante do oligarca, foi feita pelo comentador político ucraniano Anatoly Shariy. Segundo o próprio, Anna Nasobina mantém uma relação com Yermolaev há vários anos e têm um filho em comum.

As autoridades francesas admitem que a explosão possa estar relacionada com um ajuste de contas ligado ao filho mais velho de Vadim Yermolaev, Artur, condenado por gerir uma rede de call centers fraudulentos que terá burlado cidadãos da União Europeia em cerca de 100 milhões de euros. O suspeito de ter colocado o engenho explosivo na entrada do edifício foi captado pelas câmaras de videovigilância antes de fugir e continua em fuga. 

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