Fantasias sexuais e insultos: Lisa Kudrow expõe bastidores chocantes da série 'Friends'

A intérprete de Phoebe fez revelações sobre o ambiente vivido nos estúdios da icónica 'sitcom'.

29 de abril de 2026 às 11:16
Lisa Kudrow, Jennifer Aniston e Courtney Cox
Lisa Kudrow e Jennifer Aniston
Lisa Kudrow, Jennifer Aniston e Courtney Cox
Lisa Kudrow e Courtney Cox Foto: DR

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Lisa Kudrow fez revelações surpreendentes sobre os bastidores de 'Friends', garantindo que nem tudo era tão leve e divertido como parecia no ecrã.

Em entrevista ao 'The Times of London', a intérprete de Phoebe afirmou que, ao longo das 10 temporadas da série, teve de lidar com "coisas desagradáveis" vindas da equipa de argumentistas, que descreve como sendo "na sua maioria composta por homens".

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"Havia definitivamente coisas desagradáveis a acontecer nos bastidores", começou por dizer. "Não se esqueçam que estávamos a gravar diante de uma audiência ao vivo de 400 pessoas, e se alguém estragasse uma das falas destes argumentistas ou não obtivesse a resposta perfeita, eles podiam dizer: 'Esta cabra não sabe ler? Ela nem sequer está a tentar. Ela estragou a minha fala'", revelou.

Lisa Kudrow revelou ainda situações chocantes vividas fora do set: "E sabemos que, lá na sala, os tipos ficavam acordados até tarde a discutir as suas fantasias sexuais sobre a Jennifer e a Courteney. Era intenso", disse, referindo-se às colegas Jennifer Aniston e Courteney Cox.

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Apesar disso, a atriz garante que tentava relativizar a situação: "Oh, podia ser brutal, mas esses tipos - e eram principalmente homens lá dentro - ficavam acordados até às 3 da manhã a tentar escrever o programa, por isso a minha atitude era: 'Digam o que quiserem sobre mim pelas costas, porque assim não importa'".

As declarações de Kudrow surgem anos depois de o tema já ter sido levado a tribunal. Em 1999, a assistente de argumentistas Amaani Lyle processou três dos argumentistas masculinos da série, a emissora, o estúdio e outros por assédio sexual, alegando, entre outras coisas, ter sido exposta a conversas de teor sexual e racista dentro da sala de escrita. O caso acabou por chegar ao Supremo Tribunal da Califórnia, que decidiu a favor dos réus, considerando que esse ambiente como parte do processo criativo.

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