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MICRONOVELA

Pandora O poder não se mostra. Usa-se.

O adeus emotivo a Cândido Mota, a voz que fica na história da rádio

Corpo foi cremado no Cemitério do Alto de São João, em Lisboa. O também apresentador de televisão e ator morreu na madrugada de domingo, aos 82 anos.

06 de maio de 2026 às 01:30

Familiares, amigos, colegas e muitos anónimos - admiradores de Cândido Mota - despediram-se do locutor, apresentador de televisão e ator que morreu na madrugada de domingo, aos 82 anos, no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde se encontrava internado há cerca de duas semanas.

No último adeus, que aconteceu na segunda e terça-feira, entre os rostos conhecidos viram-se o apresentador Júlio Isidro, o músico Carlos Mendes, o produtor de televisão Manolo Bello e o líder comunista Paulo Raimundo, que fizeram questão de prestar uma derradeira homenagem ao dono de uma das melhores e mais invulgares vozes que Portugal já conheceu. A cremação aconteceu no Cemitério do Alto de São João, em Lisboa.

Cândido Mota, que estava retirado da vida profissional há algum tempo e que residia na Casa do Artista, em Carnide, pelo menos desde janeiro deste ano, passou os últimos meses a lutar contra vários problemas de saúde. A filha, Teresa Mota, diz que morreu “sem sofrimento” e “rodeado da família e amigos”.

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