Mafalda Livermore acusa Marcelo e 'ex' do atual companheiro de pressionar Câmara de Lisboa a exonerá-la
Militante do Chega foi exonerada dos Serviços Sociais da Câmara Municipal de Lisboa.
Mafalda Livermore, militante do Chega que foi exonerada dos Serviços Sociais da Câmara Municipal de Lisboa por alegadamente ter alugado casas sem condições a imigrantes, acusa o ex-Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa e a advogada Rita Garcia Pereira (ex-namorada do seu atual companheiro, Bruno Mascarenhas, vereador da CML) de terem feito pressão junto da autarquia para a sua "imediata exoneração". Ainda assim, negou que tenha sido exonerada, garante que foi ela quem colocou o lugar à disposição de Gonçalo Reis, vice-presidente da Câmara, depois de pressão da autarquia e assegura que o próprio Gonçalo Reis lhe disse que acreditava na sua inocência. As acusações foram feitas esta terça-feira, em entrevista ao Grande Jornal da Noite, da CMTV.
Sobre Rita Garcia Pereira e questionada se estava estava em causa uma "questão passional", Mafalda Livermore sorriu e afirmou: "Os comportamentos das pessoas são da conta delas". Desmentiu as acusações que recaem sobre sobre, afiançou que não cometeu qualquer ilegalidade, garantiu que está a viver "uma situação de perseguição", que foi "obrigada a estar calada" por estar "a remexer em muita coisa" na câmara e garante que deu a cara para recuperar a sua imagem. O CM tentou obter reações de Gonçalo Reis e Marcelo Rebelo de Sousa mas sem sucesso. Já Rita Garcia Pereira afirmou: "Como devem compreender não vou dizer nada".
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