Princesa Eugenie cessa funções em ONG de Direitos Humanos
Decisão foi anunciada em comunicado pela própria instituição.
A princesa Eugenie deixou de exercer funções como patrona da organização de direitos humanos Anti-Slavery International, uma das mais antigas instituições dedicadas ao combate à escravatura moderna e ao tráfico de pessoas.
A informação foi confirmada pela própria entidade, que agradeceu publicamente o contributo da princesa ao longo dos últimos anos. A filha do antigo príncipe André, agora envolvido no escândalo Jeffrey Epstein, desempenhava este papel há cerca de sete anos.
Durante esse período, esteve envolvida em diversas iniciativas de sensibilização para o problema da escravatura contemporânea e da exploração humana. Contudo, o seu perfil foi recentemente removido do site da organização, sinalizando o fim da colaboração institucional.
Num comunicado, a organização confirmou a saída da princesa e agradeceu o apoio prestado. “Após sete anos, o nosso patrocínio por parte da princesa Eugenie chegou ao fim. Agradecemos muito o seu apoio e esperamos que continue a trabalhar para acabar com a escravatura”, indicou a entidade. A decisão surge numa altura em que voltaram a ganhar destaque documentos e informações relacionados com o escândalo envolvendo Jeffrey Epstein e as ligações do pai da princesa ao caso.
Embora não exista qualquer acusação ou suspeita dirigida à própria Eugenie ou a outros membros diretos da sua família, a polémica tem voltado a colocar o nome dos York sob forte escrutínio público.
Conhecida pelo seu envolvimento em causas humanitárias, Eugenie tem sido uma das vozes mais visíveis na luta contra a escravatura moderna. Em 2017, cofundou também a iniciativa The Anti-Slavery Collective, dedicada a aumentar a consciencialização sobre o tráfico de pessoas e outras formas de exploração contemporânea.
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