Vergonha! André é expulso de Royal Lodge a meio da noite após novas revelações do caso Epstein
O irmão do rei Carlos III abandonou a sua residência em Windsor, rumo ao exílio.
André Mountbatten-Windsor saiu oficialmente do Royal Lodge a meio da noite desta segunda-feira para iniciar o seu exílio, numa saída marcada pela humilhação e pela crescente pressão dentro da Casa Real britânica. Segundo o jornal 'The Sun', o antigo duque de York terá sido forçado a abandonar a luxuosa residência mais cedo do que o previsto, depois de o rei Carlos III demonstrar preocupação com a mais recente vaga de revelações ligadas a Jeffrey Epstein.
Para evitar ser visto, foi transportado de carro durante cerca de 212 quilómetros até Norfolk, chegando já de noite à propriedade de Sandringham. André passou o dia seguinte em Wood Farm Cottage, onde ficará temporariamente, antes de se mudar de forma definitiva para Marsh Farm, no início de abril, assim que as obras de renovação estejam concluídas.
"Ele tinha planeado ficar na Royal Lodge por mais algum tempo, mas com a última leva de documentos sobre Epstein, ficou claro para ele que era hora de partir. Foi tão humilhante para ele que optou por fazê-lo sob o manto da escuridão", revelou um amigo próximo à referida publicação. "Ele não queria uma despedida emocionante, mesmo que a Royal Lodge fosse um lugar onde tinha tantas memórias familiares."
Apesar de, teoricamente, poder permanecer na residência até à conclusão das obras em Marsh Farm, a pressão mediática aumentava de dia para dia. Segundo a mesma fonte, o facto de André ter sido recentemente visto a circular em Windsor, sorridente e a acenar ao público, "não foi bem recebido" pela Casa Real.
As informações tornadas públicas nos últimos dias agravaram ainda mais a situação de André, incluindo a divulgação de um e-mail perturbador enviado a Epstein, em dezembro de 2010, no qual o ex-príncipe escreveu: "Quem me dera ainda ser um animal de estimação na sua família!".
Também veio a público que Sarah Ferguson, ex-mulher de André, terá enviado um e-mail a Epstein em julho de 2010, no qual alegava estar a ser "abandonada" e afirmava que "nenhuma mulher jamais deixou a Família Real com a cabeça erguida", numa altura em que, alegadamente, aceitara dinheiro para ter acesso ao ex-marido.
Apesar da pressão crescente — incluindo apelos do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, para que colabore com as autoridades norte-americanas — André continua a negar qualquer irregularidade. O Palácio de Buckingham mantém-se atento aos desenvolvimentos, mas sublinha que uma eventual decisão de testemunhar "depende apenas de André e da sua consciência".
Destituído dos seus títulos reais, André poderá ainda regressar pontualmente ao Royal Lodge para recolher pertences e cumprir compromissos previamente agendados. Já Sarah Ferguson, que vivia na residência desde 2008, também recebeu ordens para abandonar o local, permanecendo incerto o seu próximo destino.
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