Artigo exclusivo
Pode demorar meses, requer chamadas de atenção como “sabe que o seu filho não come ar” e até usar a economia doméstica. Descubra as estratégias usadas pelos advogados.
Habituada a coleccionar panfletos dos supermercado, Fidélia Proença de Carvalho, advogada de direito da família e menores, utiliza a matemática doméstica para responder às questões que lhe são colocadas pelos pais. Por exemplo: "Qual é o valor mínimo da pensão de alimentos?" ou "Como se calcula o valor?" A advogada é pragmática a responder. É que muitas vezes têm de ser os advogados a convencer os pais a pagarem a pensão dos filhos e Fidélia já sabe exactamente como os convencer: basta informá-los dos factos. "O seu filho não toma banho à chuva, não se veste com o sol, nem come do ar." Ponto assente, passa-se então para a calculadora e começa a fazer as contas com os pais, já que muitas vezes recusam-se a pagar porque acham que o dinheiro vai todo para a mãe.
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