O elo que ninguém vê
Os oficiais de justiça não gerem papéis. Asseguram direitos, liberdades e garantias.
Os oficiais de justiça não gerem papéis. Asseguram direitos, liberdades e garantias.
A revisão do estatuto profissional é inadiável e determinante para dignificar a carreira.
Gestão de recursos humanos não pode continuar a assentar em correções sucessivas.
Não faltam regras, mas sim decisão política.
Há hoje condições para construir soluções equilibradas.
No digital todas as palavras deixam impressão.
Faltam mais de dois mil oficiais de justiça. Os serviços funcionam no limite.
Está em causa a salvaguarda da separação de poderes.
Modernização? Faltam materiais de sustento do trabalho diário.
Boa governação não é apenas decidir, é decidir a tempo.
Os tribunais continuam a funcionar como sempre: em calamidade permanente, à última da hora, sem estratégia e à custa de quem lá trabalha.
E é isto que acontece quando a lei existe, mas a humanidade falha.
Quem assegura diariamente a execução das decisões judiciais conhece melhor do que ninguém o impacto das regras.
A justiça, naquele ano, fez-se assim: entre soluções improvisadas, tarefas que não vinham no manual e um trabalho que quase ninguém vê.
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